UM DOS PRINCIPAIS CARTAZES DE NOSSOS LANÇAMENTOS

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quarta-feira, 1 de junho de 2011

UIRAUNA GREVE DOS PREFEITOS

MOZINHO MINHA CAÇULA

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NORDESTE BRAZI CIDADES GRANDES GENTE PEDINDO ESMOLAS

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DESFILE NO DIA DA CIDADE 22 DE AGOSTO

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A DITADURA BRANCA ESTA DE FRENTE BANDIDOS BEM ARMADOS HOMENS DE BENS DE MAO ATADAS PELA A BANDIDAGEM

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RADIO NORDESTE FM ALAGOA NOVA PB

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O AMANSA BURRO INTELIGENCIA MAIS INTELIGENCIA

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AGORA AI O BICHO PEGA O ERRADO AQUI E QUEM TA CERTO E O CERTO E QUEM ESTA ERRADO

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NA VERDADE QUAL O MELHOR UM CACHORRO AMIGO OU AMIGO CACHORRO

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AMIGOS DO GOVERNADOR RICARDO NA REGIAO

JOSE REZADOR CACHOEIRA DOS INDIOS CASA DE ORAÇAO DO ESPIRITO SANTO


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DIRETOR PRES DO SISTEMA RADIO RAIZES DO NORDESTE FM ALAGOA NOVA PB E RADIO CULTURA FM CAJAZEIRAS PB

segunda-feira, 16 de maio de 2011

PROFECIAS A PARTIR DE 2012

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAOA Grande Mudança


A Grande Mudança
Como Participar da Criação de um Novo Mundo a Partir de 2012
de Lee Carroll; Tom Kenyon; Patricia Cori; Martine Vallée


206 Páginas;

Coletânea traz mensagens positivas e alentadoras sobre 2012

Autores sensitivos canalizam mensagens de seres intergalácticos e mostram caminhos para a construção de uma nova ordem mundial

Com o propósito de ajudar as pessoas a entender melhor e enfrentar as mudanças cósmicas previstas para acontecer em 2012, a escritora canadense Martine Vallée reuniu no livro A Grande Mudança – Como participar da criação de um novo mundo a partir de 2012, textos dos três dos mais renomados autores internacionais sobre o assunto, sensitivos que se dedicam a transmitir ensinamentos inspiradores.

O livro, lançamento da Editora Cultrix, traz mensagens positivas e práticas. Uma delas é de Kryon, entidade multidimensional canalizada por Lee Carroll, segundo o qual, para enfrentarmos 2012, devemos apenas demonstrar nossa intenção espiritual para que o campo quântico do DNA seja ativado em nosso corpo. Thomas Kenyon canaliza as energias de um grupo de entidades intergalácticas conhecidas por Háthores, cuja mensagem, pela simplicidade, é alentadora: “apenas encontre um jeito de viver a vida com alegria e felicidade”. Já Patricia Cori, ao transmitir as mensagens do Alto Conselho do Sírio, lembra que o futuro jamais é predeterminado e que o passado é uma ilusão – diferente para cada um de nós.

A Grande Mudança é uma obra que visa a aceleração da consciência cósmica antecipada pelos maias, egípcios, índios e indivíduos de outras civilizações. Os autores dedicam parte do espaço para passar instruções práticas sobre o que – e como – fazer para participar ativamente da criação de uma nova ordem mundial.

Os autores:
Lee Carroll é autor de livros com mensagens de Kryon, cujas energias canalizam há mais de vinte anos. É criador dos “grupos de luz de Kryon”, e promove encontros em diversos países. Tom Kenyon é professor, cientista, xamã e psicoterapeuta, e realiza sessões de cura pelo uso do som. Patricia Cori é médium clarividente, guia espiritual, professora e autora de livros sobre os seres do Sírio. Martine Vallée, organizadora do livro, é responsável por divulgar escritores de sucesso como Gregg Braden, autor de A Matriz Divina e O Segredo de 2012, publicados pela Editora Cultrix, e Drunvalo Melchizedek, autor de O Antigo Segredo da Flor da Vida e Serpente de Luz, ambos da Editora Pensamento.

UM POUCO SOBRE JESUS QUE DESCERA EM BREVE A TERRA

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAOJESUS CRISTO, MARIA E MADALENA
“Como Cristo foi compreendido pelos cristãos originais, que eram todos judeus? A palavra-chave é encontrada em Paulo, que escreveu aos Gálatas dizendo que Cristo redimira o homem da maldição da Lei. As Escrituras podem ser entendidas como um sistema de leis através das quais as experiências da vida de uma pessoa são filtradas. Deve-se redimir disso através da doutrina do amor. Das palavras de Cristo, aprendemos que devemos amar ao próximo. (...)”


Joseph Campbell in

Tu és Isso



JESUS CRISTO, MARIA E MADALENA.

MAIS QUE UMA ÚNICA HISTÓRIA


Introdução


Em todo momento polêmico surgem histórias exemplares. Talvez nos venham a sobrar indignações por tratar de tal tema, mas o certo é que sem querer discutir o Jesus histórico, ou ainda tentar validar esta ou aquela teoria sobre mistérios que são na verdade dogmas de fé, e por assim o serem não cabem como objeto de discussão, perpetramos esse texto com a intenção de mostrar que existe mais de uma maneira de se contar uma história. Mesmo sendo esta considerada a maior história de todos os tempos. Uma história que é a da tradição judaica e da construção da civilização cristã, civilização essa que já nos deu, por exemplo, as Cruzadas e a Santa Inquisição.


Uma civilização que a princípio se edifica sob a influência da igreja católica, igreja essa que também já surge polêmica. Não fosse assim nas longas peregrinações São Paulo Apóstolo não teria encontrado (25 anos depois) em uma de suas viagens alguns seguidores de João Batista, um moralista severo e inflexível sobre quem Jesus certa vez declarou – “Em verdade vos digo: Entre os nascidos de mulher ninguém apareceu maior que João Batista”.


Muito embora, no rigor da palavra não fosse cristão, o impacto de suas palavras e ritos foram de fundamental importância na construção da tradição. O batismo, a oração em comum e o jejum, são claramente herdadas da ritualística criada por João. Porém mais que isso, o martírio como redenção e que viria ser emblemático na unção dos santos também é sua marca indelével. Sua resistência na prisão de Herodes e seu sacrifício são os primeiros exemplos escritos com violência que a igreja cristã iria utilizar. Por isso, toda e qualquer representação sangrenta, mesmo que seja na tela grande ou no afresco medieval não poderiam causar nenhum estupor. Ao correr desse texto daremos aqui e ali algumas pistas de como essa história pode ser contada e recontada sem perder o toque de mistério de “plot” onde “tudo pode ser verdade”.


RELENDO O EVANGELHO


Ao longo dos anos, muitas críticas têm sido levantadas quanto à confiabilidade histórica da Bíblia. Elas são usualmente, baseados na falta de evidências de fontes externas, confirmando o registro bíblico. E sendo a Bíblia um livro religioso, muitos eruditos tomam a posição de que ela é parcial e não é confiável a menos que haja evidência externa confirmando-a.

Surge aí a busca desse Jesus histórico e um sem número de texto apócrifos.


Os Apócrifos, porque esses textos foram proscritos da Bíblia? Na verdade Os Apócrifos são uma reunião de textos considerados heréticos pela Igreja, e que foram banidos e, muitas vezes, queimados. Alguns só se salvaram graças às traduções que deles existiam. Foram muitas as publicações e compilações. Podemos citar, por exemplo, o Livro dos segredos de Enoch, Livro de Isaías, Proto-Evangelho de Tiago, Evangelho Pseudo-Tomé, Evangelho Árabe da Infância, Livro da Infância do Salvador, Evangelho de Nicodemus, de Bartolomeu, de Pedro e Evangelho segundo Tomé, o Dídimo. Até a pouco tempo os historiadores trabalhavam com poucas referências sobre a mãe de Jesus, o que mudou com a descoberta de um raríssimo manuscrito, escrito por volta do ano 400, que contém um relato quase completo de uma viagem feita por uma monja espanhola, Egeria, à

Terra Santa, e o Evangelho Apócrifo da Virgem Maria que Egeria diz ter recebido de um monge grego companheiro de São Jerônimo. Reunidos nesse livro, os documentos revelam uma espécie de diário de Maria, que inicia falando sobre sua vida a partir dos 15 anos de idade, pouco antes de conceber Jesus, o primeiro encontro com o anjo Gabriel, os acontecimentos que precederam seu nascimento, sua saída estratégica da cidade, as visitas do anjo Gabriel aos pais de Maria, Joaquim e Ana, e a José, seu noivo. Mas, isso veremos mais à frente.





Apócrifos – Os proscritos da Bíblia, por exemplo, foram compilados por Maria Helena de Oliveira Tricca e Júlia Bárány para a Editora Mercuryo. Maria Helena nasceu em São Paulo, em julho de 1940 , faleceu em julho de 1997. De formação humanística, era pesquisadora nas áreas de mitologia, religiões antigas e filosofia. Como autora e compiladora dos livros Apócrifos – Os proscritos da Bíblia, assumiu a missão de expor ao público brasileiro esses textos polêmicos e ao mesmo tempo enriquecedores, que ampliam o conhecimento sobre a tradição judaico-cristã. Considerados profanos por serem não-canônicos, hoje são objeto de estudo por teólogos e estudiosos de Religião, uma referência obrigatória para quem necessita entender melhor a História de Cristo, o Cristianismo, o Judaísmo, o nascimento do Catolicismo e os lapsos de tempo nos textos bíblicos. Já Júlia Barani é Pesquisadora de Religião, filha de pai húngaro e mãe russa. Nasceu em São Paulo, em 24 de novembro de 1949. Viveu durante muitos anos nos Estados Unidos, estudando Filosofia e Letras na Cleveland State University, de Ohio. Lecionou inglês na Escola Rudolf Steiner e na Escola Graduada de São Paulo. Esteve vinculada a USP, PUC/RJ e FAAP nos cursos de Letras, Filosofia, graduando-se em Artes Plásticas. É responsável pela tradução de algumas obras como A Odisséia dos Essênios, de Hugh Schonfield, O Manuscritos do Mar Morto, do estudioso Geza Vermes e Apócrifos – Os proscritos da Bíblia, com textos traduzidos do aramaico e do grego. Mostramos assim que as pessoas imbuídas de divulgar essas pesquisas históricas estão longe de serem fanáticos revisionistas religiosos.


O mesmo se dá com o livro, Um judeu Marginal – Repensando o Jesus Histórico, de John P. Méier. Com critérios científicos, o livro encara realísticamente, a pessoa de Jesus, desmistificando conceitos tradicionais e errôneos sobre ele. Por meio de critérios cuidadosos, o autor chega o mais próximo possível do Jesus que os documentos históricos e bíblicos revelam, face à situação social, cultural e religiosa de sua época.


Por certo que existiram muitos textos cristãos e judaicos na época em que a Bíblia foi composta como a conhecemos hoje. Todos os seus textos chamados canônicos – os livros do Velho Testamento e os quatro Evangelhos do Novo Testamento, os sinópticos, foram escolhidos pela Igreja em seus primórdios para manter a coesão doutrinária e afastar as heresias. Os escritos banidos e, na sua grande maioria, queimados, preservaram-se em traduções gregas, eslavas e árabes, e alguns originais em hebraico e aramaico, existem há mais de 2.000 anos e tem sido fonte indispensável para grandes obras literárias ou cinematográficas, por trazerem informações polêmicas com relação aos textos oficiais, mostrando facetas inéditas das idéias cristãs e judaicas e até divergências diretas com a doutrina vigente. Fazem parte destes textos não-canônicos os famosos manuscritos do Mar Morto dos essênios, seita judaica conservadora, precursora do cristianismo. Há dois evangelhos sobre o nascimento e a infância do rabi, e uma bela história de amor e integridade com personagens do Velho Testamento, José e Asenath.


Embora não seja possível verificar cada evento descrito na Bíblia, as descobertas arqueológicas feitas desde a metade do século XVIII têm demonstrado a confiabilidade e plausibilidade de muitas narrativas bíblicas. Segundo Bryant Wood da Associates for Biblical Research “A descoberta do arquivo de Ebla no norte da Síria nos anos 70 tem mostrado que os escritos bíblicos concernentes aos Patriarcas são de todo viáveis. Documentos escritos em tabletes de argila de cerca de 2300 a.C. mostram que os nomes pessoais e de lugares mencionados nos registros históricos sobre os Patriarcas são genuínos. O nome "Canaã" estava em uso em Ebla - um nome que críticos já afirmaram não ser utilizado naquela época e, portanto, incorretamente empregado nos primeiros capítulos da Bíblia. A palavra "tehom" ("o abismo") usada em Gênesis 1:2 era considerada como uma palavra recente, demonstrando que a história da criação foram escrita bem mais tarde do que o afirmado tradicionalmente. "Tehom", entretanto, era parte do vocabulário usado em Ebla, cerca de 800 anos antes de Moisés. Costumes antigos, refletidos nas histórias dos Patriarcas, também foram descritos em tabletes de argila encontrados em Nuzi e Mari.”


Outra questão interessante são as divergências das datas dos Evangelhos e nisso, por exemplo, alteram o caráter de eventos como o da última ceia.. Em Marcos, assim como em Mateus e Lucas, essa refeição ou banquete modesto teria sido realizado em determinada noite no interior da cidade de Jerusalém, isto é, por dentro dos muros. Já se levarmos em conta os relatos de João, Jesus e os discípulos ceiam frugalmente no aguardo da festa do Pessach. O plano seria de prender Jesus e executa-lo durante a festa causando maior efeito moral entre o povo. Esse é um dos muitos textos em discussão.


Outro aspecto desse resgate da verdade vem da tentativa de identificar se o julgamento de Jesus foi “justo” ou, melhor dizendo, dentro das regras vigentes do direito romano. Não foram poucos os estudiosos da história do direito e das leis que mergulharam nesse tema. Para um cristão é justificável sua revolta com o processo que culminou na condenação e crucificação. Mas o que de fato ocorreu? Podemos resumir que se cometeu um deícidio? À luz das novas leis e da ética seu julgamento foi realizado em condições não humanitárias em flagrante violação dos direitos humanos. Mas e à luz das regras vigentes na época? A maioria dos pesquisadores consideram que Pôncio Pilatos conduziu o processo com correção e, mais que isso, se Jesus Cristo tivesse respondido “não” quando argüido se era ele o Rei dos Judeus, teria com certeza sido libertado.


MARIA, A MÃE DE DEUS?


Maria é realmente a Mãe de Deus? Se ela não o fosse, Jesus não seria Deus, mas sim um invólucro humano para Deus? Essa é uma discussão que embala muitos teólogos. Discutem que “Nossa Senhora foi preparada por Deus antes mesmo de sua concepção, exatamente para que o Verbo se fizesse Carne (não "assumisse uma" carne) em seu seio. Ela foi preservada da mancha do Pecado Original, ou seja, não sentiu sequer o desejo de pecar, e foi assim a nova Eva.” Em resumo - com Eva o pecado chegou ao mundo; e foi com Maria que a Salvação veio.


É importante notar que a Bíblia nunca menciona Maria como a Mãe de Deus, mas sempre como “Mãe de Jesus” (Meter ton Iesous). E nessa confusão alguns afirmam que “esse entendimento católico se dá devido à interpretação incorreta do título Theotókos (mãe de Deus) dado a Maria. No Evangelho de João 2.1-2, diz: mãe de Jesus, que na língua grega como já vimos é Meter ton Iesous. O título Mãe de Deus do grego Theotókos, foi dado a Maria no Concílio de Éfeso, em 431 a.C. Por essas questões a figura de Maria, Mãe de deus só se sustenta dentro da Igreja Católica.”




O Evangelho Secreto da Virgem Maria, de Santiago Martin (Editora Mercuryo) é um livro escrito por esse sacerdote católico, que nasceu em Madri em 1954. Licenciado em Biologia, Teologia e Jornalismo, é chefe da Seção de Religião do Jornal ABC e diretor do programa Testimonio da TVE (TV Espanhola). Autor de uma dezena de livros de espiritualidade, é também fundador de uma associação católica, os Franciscanos de Maria, dedicada ao trabalho voluntário e gratuito com todo tipo de marginalizados e que já está presente em seis países.


Mas o que descobrimos é que esse livro não é na verdade autoral e sim um manuscrito, até agora desconhecido, que revela aspectos inéditos da vida de Cristo e reúne as experiências mais íntimas de sua mãe, Maria. Os historiadores trabalhavam com poucas referências sobre a mãe de Jesus, e a história só começa a mudar com a publicação de textos escritos por volta do ano 400, que narram uma espécie de diário de Maria.


Um especialista em manuscritos antigos, J. F. Gamurrini surpreendeu o mundo em 1884, ao descobrir uma valiosíssima peça de arqueologia, na Abadia de Arezzo. Tratava-se de um manuscrito que continha um relato quase completo de uma viagem feita por uma monja espanhola, Egeria, à Terra Santa, intitulado Itinerarium. Numa biblioteca de Obona preservou-se outra cópia deste manuscrito, mais completa que a primeira, que acabou sendo redescoberta recentemente por dom Ignácio, sacerdote da arquidiocese de Oviedo, amigo do autor do presente livro. Ao mandar traduzir o texto original do latim, ficaram surpreendidos com o texto acrescentado ao relato de viagem pela monja espanhola: Evangelho Apócrifo da Virgem Maria, constante nessa cópia e ausente na primeira, talvez por motivo de censura religiosa. Egeria diz ter recebido o texto de um monge grego, companheiro de São Jerônimo – que vivia em Belém, na época em que a monja residia na cidade natal de Jesus, entre os anos de 387 e 420. No livro O Evangelho Secreto da Virgem Maria, a mãe do Messias inicia falando sobre sua vida a partir dos 15 anos de idade, pouco antes de conceber Jesus, o primeiro encontro com o anjo Gabriel, relatando detalhadamente os acontecimentos que precederam seu nascimento, sua saída estratégica da cidade, as visitas do anjo Gabriel aos pais de Maria, Joaquim e Ana, e José, seu noivo. O livro traz suas memórias, narradas a João Evangelista em muitas daquelas tardes em que ambos descansavam de suas respectivas tarefas, nas cercanias da cidade grega de Éfeso, quando uma velha mãe fala de si mesma, de seu filho, e da aventura que Deus, em um dia de primavera, havia posto em andamento.


Não podemos deixar de nos surpreender quando lemos trechos desse evangelho. Trechos como este: “ ...Sentia fortemente que, naquela noite, o Senhor esperava algo de mim. Disse-lhe que, por mim, as coisas se fariam de acordo com a Sua vontade e não segundo meus cálculos ou previsões. Portanto, se Ele, Yaveh, resolvera que as coisas iriam se desenvolver a seu modo, eu aceitava e, como em ocasiões anteriores, ofereci-me para ajudar no que fosse possível, sabedora, de antemão, que tudo o que eu fizesse seria pouco, jovem como era e a ponto de casar-me brevemente. Foi quando tudo ocorreu. Não havia pronunciado meu último sim, quando meu pequeno quarto se encheu de luz. Estava ajoelhada, com minha roupa modesta presa acima dos joelhos para não gastá-la, quando ele apareceu. “


Ou ainda - “Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Irás conceber em teu ventre e darás à luz um filho, a quem darás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado ‘Filho do Altíssimo’. O Senhor lhe dará o trono de Davi, seu pai. Reinará sobre a casa de Jacó pelos séculos e seu reino não terá fim”


E finalmente – “ ...pede ao Senhor que lhe conceda a graça de aliviar a dor do filho, sentindo tudo o que ele sente, o que lhe é concedido. A morte: Vi quando começaram a levantá-lo…Eu sabia que nada de extraordinário iria ocorrer, porque o extraordinário já estava ocorrendo: Deus assassinado pelas criaturas de Deus, com a permissão de Deus, para salvar as criaturas assassinas. Era esse o milagre…Seu olhar me localizou em seguida, e ambos nos apoiamos mutuamente…E ele, com uma súplica muda, com suas mãos cravadas, buscava em um abraço impossível o socorro que somente uma mãe pode dar… “Mulher, eis aí teu filho”, “Eis aí a tua mãe”. Viera para fazer-vos seus irmãos. Havia conseguido que chamásseis de “Pai” a seu Pai. Mas para que a irmandade fosse completa, era necessário que compartilhásseis também a mãe…Meu filho acabava de morrer e eu sem dúvida estava triste, mas não conseguia sentir desespero, não podia. Foi assim como o tive novamente em meus braços. Estava morto. Seu coração já não batia mais. Já não brilhavam seus olhos, que continuavam terrivelmente abertos. A espantosa coroa havia caído e se viam as feridas abertas em sua cabeça…”


Como estamos podendo ver, além de humanizar a morte de Jesus, a visão de Maria é de uma mãe. Dentro dessa nossa tentativa de ver a história em seus vários ângulos precisamos lembrar que as mulheres passam a ser presença importante nos vários episódios na vida de Jesus. Elas são as primeiras que se convertem às suas mensagens e passam a desempenhar papel ativo em toda essa construção de fé. Esse movimento judaico-cristão conta com a efetiva participação das mulheres, intervindo na vida pública.

MADALENA, A APÓSTALA?




Quem foi Maria, da localidade de Magdala, que a história bíblica registra apenas como Maria Ma(g)dalena? Uma das santas mulheres que se mantiveram ao pé da cruz durante a crucificação, a pecadora que os próprios discípulos de Jesus hostilizavam, uma mulher determinada e inteligente, acima e além de seu tempo, disposta a ousar tudo para salvar o homem que ama - ou uma personalidade multifacetada englobando todos esses aspectos? Que papel teve na vida de Jesus para que fosse a primeira pessoa com quem ele se encontrou ao sair do túmulo? Essas são algumas das perguntas contidas no romance histórico O Enigma Maria Magdalena de Gerald Messadié (Bertrand Brasil).


Maria Madalena é outro dos personagens controversos nessa nossa história e é, com certeza, uma das personagens mais enigmáticas do Novo Testamento. Podemos verificar que se por um lado existem poucas citações diretas sobre ela nos quatro evangelhos, por outro lado está nominalmente presente nas passagens mais marcantes da vida do Cristo, como a Paixão e a Ressurreição. Ela é a discípula que ama o mestre acima de tudo e é testemunha da Sua Ressurreição, sendo a portadora da Boa Nova. Por esse motivo ela pode ser considerada a primeira apóstola.

Por tudo isso ela é ao lado da Virgem Maria uma das mais importantes figuras femininas dos evangelhos, mas que acabou tendo corrompida a sua real importância dentro da tradição cristã católica romana. Sua imagem foi sendo, através dos séculos, corrompida como o de uma mulher pecadora, provavelmente uma prostituta, que foi purificada pelo Cristo. Mas é dela que como prova de seu amor espiritual, lavou os pés do Senhor e os enxugou com os próprios cabelos. Ela representava o arquétipo feminino tradicional, da transmissora do pecado original, que após ser curada, passou sua vida em penitência e arrependimento. Mas outros registros nos mostram uma mulher de rara cultura, independente, dona do ofício de criar pombos. Imagem esta que dentro de uma tradição judaico-cristã era incompatível com a subserviência.

Por outro lado Jesus, que em mais de uma ocasião quebrou regras da tradição judaica, como quando expulsou os vendilhões do templo, incorreu em mais uma que foi o de dar um papel importante às mulheres. Jesus conversava diretamente com elas, expondo preceitos religiosos, tal como fez com Maria de Bethânia, irmã de Marta e com a Samaritana. Alguns pesquisadores sequer conseguiram disfarçar esses preconceitos e escreviam que ele “se deixava tocar por mulheres consideradas impuras pelos judeus tradicionais”

Paulo em suas epístolas cita algumas mulheres que tinham tarefas de evangelização dentro da comunidade, tais como Febe, diaconisa da Igreja da Cencréia, Maria, "que muito fez pela comunidade romana"; e Júnia chamada de "apóstola" (Romanos, cap16 v 1-8). Maria Madalena não é citada, dentro dos evangelhos canônicos como um dos apóstolos, mas podemos dizer, por dedução, que era uma discípula escolhida e portadora de verdades fundamentais para a construção do cristianismo.

A título de informação complementar, o segundo nome de Maria Madalena, (Madalena ou Magdalini) em grego, significa que ela era natural de Magdala, ou Mejdel. “Escavações efetuadas na cidade e escritos de Flavius Josefus e outros, a descrevem como uma rica cidade comercial, baseada na pesca, e com muito contato com o mundo helênico, localizada no lado noroeste do lago da Galiléia “

Maria é sempre citada nas escrituras com o segundo nome anexado para diferencia-la das demais Marias - Maria mãe de Jesus; Maria, mãe de Tiago e Maria de Bethânia, irmã de Lázaro.

NO CELULÓIDE



A lembrança de muitos de nós de mais de quarenta anos é o sentimento de opressão quando se avizinhava a Semana Santa. Em parte porque os mais velhos ficavam mais sisudos. Sabíamos que era chegado os tempos de músicas tristes e que no cinema do bairro o programa duplo seria substituído por um único filme em sessão contínua. Teríamos “A Paixão de Cristo”. Não importa qual o título original do filme, nem a qualidade da cópia, o cartaz era sempre o mesmo, de preferência montado em um já desbotado e empoeirado pano roxo. Os primeiros filmes sobre Jesus, curiosamente nunca mostravam o rosto do ator que representava o principal personagem. Ele era sempre visto de costas, afinal “quem seria digno de vivenciar personagem tão divino?”


Com o tempo isso foi mudando, e em “Rei dos Reis” já tínhamos um Jesus belo e em technicolor. E mais que isso um Jesus como personagem pop. O filme viraria um disputado álbum de figurinhas. Está certo que tivemos ainda “O Manto Sagrado” e um sem número de “jesuses” canastrões e centuriões ”falastrões”. Tivemos até Toni Curtis, mas isso é outra história. Aos poucos além da “Paixão de Cristo” , fomos ousando um pouco mais da conta e tome “Marcelino, Pão e Vinho” e a cena assustadora do Cristo na cruz que falava com o pequeno herói. Eram tempos de Pelmex, Joselitos e Marissóis.


Por certo foi Franco Zefirelli que pode aliviar nossa angústia e colocar na programação “Irmão Sol, Irmã Lua”. Pasmem, o filme tinha até cena de nudez. Não satisfeito nos deu o belo britânico Robert Powell como Jesus em um épico em que Maria sentia as dores do parto.


Jesus of Nazareth (1977) é um belo filme, mais precisamente uma mini-série, que depois foi redimensionado para a telona. Com Robert Powell, Olivia Hussey, Stacy Keach, e com direção de Franco Zefirelli foi feito originalmente para a TV em 1977, esta versão de Jesus, com mais de 6 horas de duração, é tão abrangente que dedica a primeira hora somente à história de seu nascimento. É a mais completa obra sobre Jesus, e relata o nascimento de João Batista, o casamento de Maria e José, o nascimento e batismo de Jesus, seus muitos milagres (apesar de não mostrá-Lo andando sobre as águas e a transformação da água em vinho no casamento em Canaã).


Entre os inúmeros filmes já realizados anteriormente sobre Cristo alguns geraram muita polêmica, como O Evangelho Segundo São Mateus, de Pier Paolo Pasollini (que apresentava um Jesus revoltado e envolvido com os problemas políticos de seu tempo) e A Última Tentação de Cristo, que fez com que milhares de católicos se sentissem ultrajados com o Jesus humano apresentado por Martin Scorsese, e pelo autor do livro que deu origem ao roteiro, Nikos Kazantzakis.


Nikos Kazantzakis nasceu em Heraklion, Creta (Grécia). Estudou direito em Athenas e em Paris, e depois estudou filosofia e literatura. Interessou-se ainda por línguas e foi um estudioso da obra de Nitsche. Publicou filosofia - "Ascetics" (Salvatores Dei, 1927), e poesia - "The Odyssey" (1938) "Tertsines", "Protomastoras", "Melissa" , "Julian", "Prometheus" etc. Seus romances são "Alexis Zorbas" (1946) "O Xristos xanastavronetai" (O Cristo Recrucificado) (1948) "O ftoxoulis tou Theou" (O pobre homem de Deus) (1952-3) "Anafora ston Greco (Referente ao Greco) (1961) . Morreu em 1957 sem ver sua polêmica nas telas.


Tivemos ainda outra polemica de peso, em especial no Brasil. Foi o Filme de Godard – Je Vous Salue Marie. Realizado em 1985 por Jean-Luc Godard com um elenco competente (Myriem Roussel (Mary), Thierry Rode (Joseph), Philippe Lacoste (Gabriel), Juliette Binoche (Juliette), Anne Gautier (Eva)) contava a história de Marie ou Mary uma estudante que jogava basquete e trabalhava com seu pai em um posto de gasolina. Certo dia descobre que está grávida mesmo nunca tendo se deitado com um homem. Seu namorado é Joseph, um motorista de táxi que não acredita que ela possa estar grávida e ainda ser virgem. Essa trama com tantas referências bíblicas deu a Jean-Luc Godard o brilho da genialidade e da instantânea fúria de um sem número de crentes e cristãos. A igreja católica repudiou veementemente o filme e no Brasil, respaldada pela censura proibiu o filme que era exibido em um misto de ato pela desobediência civil e circo burlesco. Na verdade o filme que nada tinha de sensual e era arrastado no seu contar a história poderia ter passado em brancas nuvens não fosse a sanha sempre insensata do fanatismo religioso. Um blasfemo que sequer cult virou.


Mas nem sempre os polêmicos aceitam as ousadias de outrem e é assim com o roteirista de Hollywood responsável pelo texto do último filme polêmico sobre Jesus antes de A Paixão de Cristo, Paul Schrader, diz que o novo longa-metragem de Mel Gibson sobre a crucificação é violento e perturbador. "É um filme bem feito, mas muito violento e repleto de um senso profundo de auto-flagelação", disse Paul Schrader, que assinou o roteiro de A Última Tentação de Cristo, de Martin Scorsese lançado em 1988, e que foi criticado por organizações cristãs devido a uma cena breve em que Jesus é visto tendo relações sexuais com Maria Madalena.


"São dois filmes totalmente diferentes", disse ele, depois de dar uma palestra em Londres sobre sua elogiada carreira. "Meu filme foi essencialmente uma história humanista sobre a luta para encontrar Deus, na qual Cristo é usado como metáfora", disse Schrader, que nasceu numa família rigidamente calvinista e estudou teologia. No roteiro, Jesus (Willem Dafoe) é um carpinteiro que vive um grande dilema, pois é quem faz as cruzes com as quais os romanos crucificam seus oponentes. Resumindo, Jesus se sente como um judeu que mata judeus. Vivendo um terrível conflito interior ele decide ir para o deserto, mas antes pede perdão a Maria Madalena (Barbara Hershey), que se irrita com Jesus, pois não se comporta como uma prostituta e sim como uma mulher que quer sentir um homem ao seu lado. Ao retornar, Jesus volta convencido de que é o filho de Deus e logo salva Maria Madalena de ser apedrejada e morta. Então reúne 12 discípulos à sua volta e prega o amor, mas seus ensinamentos são encarados como algo ameaçador, então é preso e condenado a morrer na cruz. Já crucificado, é tentado a imaginar como teria sido sua vida se fosse uma pessoa comum.


O certo é que o filme de Mel Gibson suscitou debates. O Presidente da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), D. Geraldo Majella Agnello afirmou que o filme “não é anti-semita nem justifica a revolta de judeus, embora seja terrivelmente cruel e chocante”. O rabino Henry Sobel, presidente do Rabinato da Congregação Israelita Paulista, disse que “o filme é nitidamente anti-semita. Minha preocupação é que anti-semitas possam tentar usá-lo para recriar a ficção que justifique o preconceito contra judeus”. - Geza Vermes, professor de Oxford e um dos maiores especialistas na vida do Cristo, é contra o filme afirmando, entre outros argumentos, que ele conta simplesmente as últimas 12 horas da vida de Jesus, quando seria fundamental para o entendimento do personagem a narração da vida inteira.

SEGREDOS PARA O ABISMO DO ANO 2012 COM FE EM DEUS NAO VAI DAR EM NADA

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAO QUINTA-FEIRA, 31 DE MARÇO DE 2011

Resenha - O Segredo de 2012



O Segredo de 2012
de Gregg Braden


248 Páginas


Livro revela como o futuro está ligado ao passado



Bem , este livro poem no mesmo cadinho o princípio dos fractais com a razão aurea À medida que o tempo passa, a tese catastrófica de que o mundo irá acabar em 2012, mas precisamente no dia 21 de dezembro, assusta cada vez mais as pessoas. Mas até que ponto essas crenças podem afetar, na realidade, os indivíduos? Gregg Braden, renomado autor e conhecido por se aventurar no campo da ciência e da espiritualidade, oferecendo soluções para os desafios do nosso tempo, revela em O Segredo de 2012, da Editora Cultrix, que o foco e a vida centrados no coração e na mente têm um efeito sobre a experiência de 2012 e do tempo de mudança.

Por mais de 22 anos, Gregg Braden tem buscado em aldeias de montanhas altas, mosteiros remotos , textos esquecidos para descobrir seus segredos intemporais. Combinando as suas descobertas com a melhor ciência de hoje, sua pesquisa original atravessa as fronteiras tradicionais da ciência, história e religião oferecendo novos insights em mistérios antigos.
Ao fazer isso ele tem redefinido nossa relação com nosso mundo interior e exterior, compartilhando a sua mensagem de afirmação da vida, de esperança e possibilidades. SegundoGregg Braden, as escolhas humanas podem afetar os acontecimentos previstos para 2012

Ao longo dos capítulos, Braden sustenta a ideia de que os antigos maias mapearam o tempo fractal numa série de calendários e que a resposta para a humanidade entender 2012 é saber ler esse mapa do tempo. Os maias viam a passagem pós-2012 como o começo de um novo ciclo da história para o potencial máximo da humanidade, oportunidade a qual as próximas gerações terão que esperar 26.000 anos.

Resultado de mais de vinte anos de pesquisa, O Segredo de 2012, mostra também que o mistério para entender o ano seguinte e o tempo na história, está na compreensão da linguagem dos ciclos e da natureza, revelando que as nossas ações são repetições de ações do passado. Assim, a humanidade precisa utilizar essas linguagens para se preparar para o futuro. Gregg Braden acredita que, através de pensamentos positivos, as pessoas podem mudar a maneira de experimentar as coisas, evitando os desfechos previstos para 2012.

O autor:
Gregg Braden

Consagrado autor de best-sellers do New York Times, Gregg Braden, é convidado frequente de conferências internacionais e especiais da mídia acerca do papel da espiritualidade na tecnologia. A Matriz Divina, O Código de Deus e O Efeito Isaías, publicados pela Editora Cultrix, estão entre as obras de Braden.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

PARA IMPRESSAO GRAFICA DOCUMENTARIO DO CENTRASERT CENTRO TRADICIONAL DO SERTÃO

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAO PROJETO TRASMISSÃO DAS MISSAS
AOS DOMINGOS 19 HS DIRETO DA PAROQUIA SÃO JOSE
ZONA NORTE BAIRRO POPULARES CAJAZEIRAS PARAIBA
TRASMISSÃO DA RADIO COMUNITARIA CIDADE FM DE CAJAZEIRAS A 104.9
PARCERIA COM A D L A CABO COM DOIS PONTOS UM PARA O SANTUARIO NOSSA SENHORA DA SOLEDADE NA PRAÇA FREI DAMIAO NO BAIRRO SOL NASCENTE E OUTRO SANGRAMENTO DE LINHA FISICA A CABO PARA A PAROQUIA SÃO JOSE OPERARIO COM AS TRAMISSÕES DAS MISSAS AOS DOMINGOS 19 HS E DURANTE AS FESTAS DOS PADROEIROS SÃO JOSE OPERARIO QUE ACONTECERA AGORA NO MÊS DE MAIO TENDO INICIO DIA 30 DE ABRIL SE ESTENDENDO ATE O DIA 08 DE MAIO E NA

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9TxfJ3KCMae0ULzrynfCYMw7Fxj_BCBuoqjg-vNOPkxC51eaxkHFgomMOVb-mZOsavLo35gEYpV03iqrhxBTWQxHo6LaCTx5LbIBRNzUKDU9xvlvGXzT7AC3sFBX9IdlRKmEjIycNyMjp/s1600/Pedra+Aguda.jpghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9TxfJ3KCMae0ULzrynfCYMw7Fxj_BCBuoqjg-vNOPkxC51eaxkHFgomMOVb-mZOsavLo35gEYpV03iqrhxBTWQxHo6LaCTx5LbIBRNzUKDU9xvlvGXzT7AC3sFBX9IdlRKmEjIycNyMjp/s1600/Pedra+Aguda.jpgCAPELA NOSSA SENHORA DA SOLEDADE MISSA NOS DIAS 31 DE MAIO AS 19 HS PELA A FESTA DA PADROEIRA E RESPECTIVAMENTE ANIVERSARIO DE MORTE DE FREI DAMIAO QUANDO ACONTECE UMA CAMINHADA TODOS OS DIAS 31 DE MAIO PARTINDO DA PRAÇA PADRE CICERO NA ZONA SUL DA CIDADE BEM COMO TAMBEM OS TERÇOS QUE ACONTECE NAS TERÇAS FEIRAS A 09 ANOS NO HORARIO DE 19 HS.
PORTANTO AGRADECEMOS TODOS:
NA PARTICIPAÇAO DO SEU APOIO PARA AQUISIÇÃO DO MATERIAL DE FIAÇÃO ESTENDENDO PELO UM PERCUSSO DE MAIS OU MENOS MIL E QUINHENTOS METROS ENTRE A RADIO CIDADE FM PASSANDO PELA A PRAÇA FREI DAMIÃO E A CAPELA DE NOSSA SENHORA DA SOLEDADE SEGUINDO ATE O FINAL DA PAROQUIA SÃO JOSE OPERARIO.
TEMOS AINDA A MANUTENÇAO NET
Do pagamento mensal da internete ao vivo pela a ADL INFORMATICA que com sinal a CABO vai trasmitir o áudio (som) e imagens vídeos ao vivo pela internete com as missas dominicais e os principais eventos da comunidade zona norte que e hoje uma nova CAJAZEIRAS com mais de 11 bairros espalhados neste região e temos a carência de comunicação social para o avanço da evangelização ao nosso povo e ainda a importância para aqueles que não pode ir ate a igreja por motivos de saúde ou paralisia etc ..
OS ANUNCIANTES TERÃO SEUS NOMES ANUNCIADOS NO EVENTO DAS TRAMISSOES INICIAIS DESTE PROJETO BEM COMO SERA POSTO NO SITE DA RADIO CULTURA FM DE CAJAZEIRAS QUE ESTA NO AR ON LINE AO VIVO 24 HS LOCALIZA SE ESTA EMISSORA NO GOOGLE COM OS DADOS RADIO CULTURA FM DE CAJAZEIRAS PB BEM COMO NO SITE BLOG AS CIDADES EM REVISTA.

Queremos aqui agradecer a compreensão de todos pela a consideração atenção e apreço


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Francisco Diassis Gomes

CHICO DO RADIO
NOSSO IN MAIL radioculturadecajazeirasfm@hotmail.com
Cajazeiras Pb Em 18 /04/2011J



RELAÇAO DOS ANUNCIANTES QUE ESTAO COLABORANDO COM ESTE PROJETO ATRAVEZ DOS PANFLETOS E DE UM CARTAZ TIPO BANNER FIXO QUE FICARA EXPOSTOS EM NOSSAS COMUNIDADES
1)¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨

ARTIGO DO GRANDE JORNAL DO ESTADO

JORNAL DO ESTADO
EDIÇÃO ESPECIAL DE C L A S S I F I C A D O S CADERNO POLITICA MATERIAS DO INTERIOR.
DESTAQUE S CAJAZEIRAS UIRAUNA MONTE HOREBE CARRAPATEIRA SÃO JOSE DE PIRANHAS BONITO DE SANTA FE PB
Edição N 10001MAIO2011

NOTICIAS DOS MUNICIPIOS
CAJAZEIRAS PB ( REDAÇÃO ) Aqui pra nós e rua não saber mais vejam so leiitores em resumo e assunto os principais bate papos das ruas calçadão tenente Sabino onde fica a rodela de bocas malditas batizado pelo o dr Vitoriano no passado segundo eles mesmo dizem rolam e bolam os mais diversos assuntos
Dr Leo Abreu não esta com nada em sua administração as mas línguas culpam os secretários e assessores e ainda dizem que Dr Leo em relação ao seu seu pai e uma mosca tonta parado calado não fala não parece ser o estilo do povo de Cajazeiras que gostam mesmo e de fuangas movimentos zuada animação o disse não disse as especulações as fofocas os caqueados nem que tudo corra bem mas a politica de Cajazeiras e como se fosse uma partida de futebol envolvendo Sousa e Cajazeiras o bom mesmo e uma disputa acirrada destas duas cidades já farte de uma cultura do seu próprio mesmo assim e a poltica nosso povo cajazerense gosta de zueira de falatórios em radios briga num bom sentido d e disputas dos pleitos porque ai vem as apostas a farra aquele corea como eles chamam e dizem que sé bom e assim um denunciar o outro e etc sobre isto a nossa política esta morendo em Cajazeiras garante especuladores observadores e analistas de plantão que gostam disso como se fosse uma ladainha diaria no toque da bola da sinuca aqui acolá uma discussão sobre seus candidatos no gole do engagasto uma cachacinha outro embate e um tilepe bem forte no dedo ora condenando um ou defendendo outro dos polliticos que vivem dos embates políticos quando por ex Otacilio Jurema era vivo política em Cajazeiras era como se fosse uma guerra de torcidas a época do saudoso Bosco Baarreto foi outra data histórica ele criou aquel e estilo dele meus irmãos e minhas irmanzinhas e ai o pau quebrava ele denunciava gingava falava o que o povo não podia e justamente isso esta faltando hoje em Cajazeiras deste tipo.Veio Dr Carlos reativou as tradições ficou famoso .
Dr carlos tomou a decisão de manter a mesma tradição de Dr Otacilio Jurema Dr Bosco Barreto e na sua imaginação criou um titulo para conquistar o povo assim CAJAZEIRAS MEU AMOR CAJAZEIRAS MINHAS PAIXÕES e falando em tom de bravura emoção e sentimentalismo irradiando ao povo uma energia forte e com isto começou uma nova carreira política da nova safra de políticos polêmicos e destemivel que fala brabo defendendo o povo e isso que Cajazeiras gosta não tem outra saída o medico Dr Antonio Vitoriano tem a mesma forma de agir de como fazer política aos seu moldes porem mais taxativo ele ataca muito não escolhe quem diz o que quer as vezes sem sentir o que esta dizendo pela sua emoção de homem publico ate correto a sua posição de falar a verdade mas como vivemos uma cidade ´de pessoas politizadas e mal acostumadas ao erário publico que so visam empreguismo assistencialismo as facilidades que oferecem o poder publico ao povo e daí como Dr Vitoriano não darnada a ninguém e esta certo ele mas o povo gosta e de uma ajuda de remédios as vezes uma passagem um documento emergencial em casos específicos cartoriais e pra isso o medico Dr Vitoriano não o faz e condena quem o faz isso também e dito pela própria justiça eleitoral daí a rejeição de muitos por ele como justamente e mete a língua e descaca o seu opositor sem a mínima piedade tem os que gostam disso também e ele por isso se torna ainda um mito para o seu colegiado tem alguns projetos importantes que já o fez se reconheça mas a sua fama mesmo para os seus seguidores e de meter a chibata nos opositores nem que a vaca tussa ele esta agradando a muitos que gostam disso... Finalizando temos o medico Jose Aldemir este e calado sisudo trabalha cauteloso e não importa quem seja o poder o que interessa pra ele e ser amigo do poder com isso ele tem hospitais clinicas e outras benesses pra beneficiar o seu colegiado eleitoral faz de tudo pra dar empregos manter os empregos do seu povo amigo não gosta muito de atacar mas quando um dos seus e perseguido o deputado vira uma arara braba ai discute com quem tiver por a frente as vezes diz coisas também pesadas e tem uma coisa não mede palavras a briga e feia quando tudo esta bem como ele acha que deva ser com o seu povo amigo ele se cala e fica somente daqui pra capital lecando e trazendo gente... Entao Cajazeiras hoje funciona mais ou menos assim o seu sistema de politização.. AS RADIOS tomaram este lugar dos políticos com os salários mal pagos pelas as rádios devido o próprio sindicatos da classe de radialistas ate hoje ter tomado uma posiç]ao de favorecimento a classe a maioria vivem nas redações das emissoras e com um celular na mão único e exclusivo especulando a política como prato do dia e a mesma ladainha das manhas meio dia e noite com baitas matérias falando dos polticos que com certezam pagam caro pra isso tanto as emissoras d e radio como aos menbros da imprensa que ao invez de fazerem uma imprensa essecncial de noticias fazem imprensa assessorial so falam polticas das manchetes dos jornais provocam o publico para ligarem e falarem sobre o ponto de vista do assunto do dia e assim fica o dia a dia ate chegar uma nova eleição quando chega o período eleitoral das eleições a própria justiça colocam um b abicacho na b oca de mundo da imprensa proíbe tudo sobre comentários deb ates embates aquela política esqentada como nos velhos tempos e temos que ouvir babacas palhaços fazendo montagens para nos programas eleitorais desmentalizar o povo da importância do processso eleitoral forte como o povo enfraquecendo a democracia do voto .

ARTIGO SOBRE A POLITICA DE CAJAZEIRAS GRANDE JORNAL DO ESTADO

Dr carlos tomou a decisão de manter a mesma tradição de Dr Otacilio Jurema Dr Bosco Barreto e na sua imaginação criou um titulo para conquistar o povo assim CAJAZEIRAS MEU AMOR CAJAZEIRAS MINHAS PAIXÕES e falando em tom de bravura emoção e sentimentalismo irradiando ao povo uma energia forte e com isto começou uma nova carreira política da nova safra de políticos polêmicos e destemivel que fala brabo defendendo o povo e isso que Cajazeiras gosta não tem outra saída o medico Dr Antonio Vitoriano tem a mesma forma de agir de como fazer política aos seu moldes porem mais taxativo ele ataca muito não escolhe quem diz o que quer as vezes sem sentir o que esta dizendo pela sua emoção de homem publico ate correto a sua posição de falar a verdade mas como vivemos uma cidade ´de pessoas politizadas e mal acostumadas ao erário publico que so visam empreguismo assistencialismo as facilidades que oferecem o poder publico ao povo e daí como Dr Vitoriano não darnada a ninguém e esta certo ele mas o povo gosta e de uma ajuda de remédios as vezes uma passagem um documento emergencial em casos específicos cartoriais e pra isso o medico Dr Vitoriano não o faz e condena quem o faz isso também e dito pela própria justiça eleitoral daí a rejeição de muitos por ele como justamente e mete a língua e descaca o seu opositor sem a mínima piedade tem os que gostam disso também e ele por isso se torna ainda um mito para o seu colegiado tem alguns projetos importantes que já o fez se reconheça mas a sua fama mesmo para os seus seguidores e de meter a chibata nos opositores nem que a vaca tussa ele esta agradando a muitos que gostam disso... Finalizando temos o medico Jose Aldemir este e calado sisudo trabalha cauteloso e não importa quem seja o poder o que interessa pra ele e ser amigo do poder com isso ele tem hospitais clinicas e outras benesses pra beneficiar o seu colegiado eleitoral faz de tudo pra dar empregos manter os empregos do seu povo amigo não gosta muito de atacar mas quando um dos seus e perseguido o deputado vira uma arara braba ai discute com quem tiver por a frente as vezes diz coisas também pesadas e tem uma coisa não mede palavras a briga e feia quando tudo esta bem como ele acha que deva ser com o seu povo amigo ele se cala e fica somente daqui pra capital lecando e trazendo gente... Entao Cajazeiras hoje funciona mais ou menos assim o seu sistema de politização.. AS RADIOS tomaram este lugar dos políticos com os salários mal pagos pelas as rádios devido o próprio sindicatos da classe de radialistas ate hoje ter tomado uma posiç]ao de favorecimento a classe a maioria vivem nas redações das emissoras e com um celular na mão único e exclusivo especulando a política como prato do dia e a mesma ladainha das manhas meio dia e noite com baitas matérias falando dos polticos que com certezam pagam caro pra isso tanto as emissoras d e radio como aos menbros da imprensa que ao invez de fazerem uma imprensa essecncial de noticias fazem imprensa assessorial so falam polticas das manchetes dos jornais provocam o publico para ligarem e falarem sobre o ponto de vista do assunto do dia e assim fica o dia a dia ate chegar uma nova eleição quando chega o período eleitoral das eleições a própria justiça colocam um b abicacho na b oca de mundo da imprensa proíbe tudo sobre comentários deb ates embates aquela política esqentada como nos velhos tempos e temos que ouvir babacas palhaços fazendo montagens para nos programas eleitorais desmentalizar o povo da importância do processso eleitoral forte como o povo enfraquecendo a democracia do voto .

quinta-feira, 5 de maio de 2011

COMO E FACIL SE MONTAR UMA IGREJA

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAO Criar igreja e se livrar de imposto custa R$ 418


Reportagem de Hélio Schwartsman, da equipe de articulistas da Folha, mostra que bastam cinco dias úteis e R$ 418,42 para criar uma igreja no Brasil com CNPJ, conta bancária e direito de realizar aplicações financeiras livres de IR (Imposto de Renda) e de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

A reportagem, publicada neste domingo na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal), informa ainda que não existem requisitos teológicos ou doutrinários para a constituição de uma igreja nem se exige um número mínimo de fiéis --basta o registro de sua assembleia de fundação e estatuto social num cartório.

Além de IR e IOF, igrejas estão dispensadas de IPTU (imóveis urbanos), ITR (imóveis rurais), IPVA (veículos) e ISS (serviços), entre outros impostos. Se a Lei Geral das Religiões, já aprovada pela Câmara e aguardando votação no Senado, se materializar, mais vantagens serão incorporadas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

ADMINISTRAÇÃO DE UIRAUNA FAZ PARCERIA COM UNIVERSIDADE

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAOCidades
03/05/2011 às 21h35
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Prefeitura de Uiraúna fecha parceria com Universidade Estadual da Paraíba. FOTOS!
A equipe realizou visita a cidade de Uiraúna quando na oportunidade foram fechados vários diagnósticos com pacientes dos municípios polarizados

A prefeitura de Uiraúna, através da secretária de saúde firmou parceria com a UEPB e tem conseguido benefícios importantes para crianças com deficiências genéticas raras, começando pelo projeto que visa realizar pesquisas e estudos na área da saúde com os melhores neuro geneticistas dos pais. A equipe altamente qualificada é composta de terapeuta ocupacional, biólogos (doutores), neuro geneticista, fisioterapeutas, entre outros.

No último sábado (30), a equipe realizou visita a cidade de Uiraúna quando na oportunidade foram fechados vários diagnósticos com pacientes dos municípios da região de Uiraúna a exemplo de Poço Dantas, Bernardino Batista e Vieropolis.

Segundo a prefeita Glória Geane pela localização geográfica do município de Uiraúna que o coloca como cidade pólo da região o referido estudo beneficia alguns municípios circunvizinhos que também trouxeram seus pacientes para participarem do projeto a exemplo de Poço Dantas, Vieropolis e Bernadino Batista que também foram contemplados com a doação de 07 cadeiras de rodas que foram entregues no final de semana passado.

SAO JOAO DE BERNADINO BATISTA PB

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAO Cultura
03/05/2011 às 20h53
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Cidade do Sertão abrirá festividades juninas na Região de Cajazeiras; confira com exclusividade as atrações.
Tradicional, o evento é realizado todos os anos sempre no mês de junho com as presenças de grupos que representam a nossa cultura Nordestina.

Cidade do Sertão abrirá festividades juninas na Região de Cajazeiras; confira com exclusividade as atrações.

Forró Sacode animará a festa em Bernardino

O prefeito de Bernardino Batista, Edomarques Gomes anunciou nesta terça-feira (03), as atrações que estarão presentes no FORRÓPAD 2011. Segundo Edomarques, as bandas Forró Sacode e Pisada Quente animarão a festa que acontece no dia 10 de junho em praça pública.

“Convido a todos para participarem da nossa tradicional festa, que este ano mais uma vez terá grandes bandas que animarão o nosso evento”, disse o prefeito.

Tradicional, o evento é realizado todos os anos sempre no mês de junho com presenças de grupos que representam a nossa cultura Nordestina. A festa abrirá oficialmente as festividades juninas na região de Cajazeiras.

RESULTADO DE PROVAS DA FACULDADE SAO FRANCISCO A FACULDADE COM VISÃO

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAOFaculdade São Francisco
EDITAL FASP ISEC VESTIBULAR 2011/1

EDITAL VESTIBULAR 2011/1

EDITAL 04/2010

O presente Edital torna públicas as inscrições para o Concurso Vestibular/2011.1, obedecendo as seguintes disposições:

1. O Concurso destina-se a classificar para preenchimento de vagas do período 2011.1, nos Cursos de Pedagogia (Licenciatura), Administração (Bacharelado) e Farmácia (Bacharelado) oferecidos pelo INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE CAJAZEIRAS – ISEC e pela FACULDADE SÃO FRANCISCO DA PARAÍBA - FASP, localizado na Avenida Brasil, Rodovia PB 393, Cajazeiras – Paraíba.
2. Será cobrada uma taxa de inscrição no valor de R$ 50,00 (CINQUENTA REAIS) mediante recebimento do comprovante de inscrição.
3. As inscrições acontecerão no período de 03 de Novembro de 2010 a 14 de Janeiro de 2011 na Sede da Instituição.
4. As provas acontecerão em um único dia, datado de 16 de Janeiro de 2011.
5. Ao efetuar a inscrição, o Candidato receberá o Manual contendo todas as informações sobre o Concurso Vestibular que passa a integrar o presente Edital.
6. Poderão inscrever-se Candidatos que tenham concluído o Ensino Médio ou equivalente, obedecendo às exigências contidas no Manual do Candidato.

O Concurso Vestibular 2011.1, reger-se-à pela Portaria Nº. 726, DE 04 DE JUNHO de 2009 do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA e publicada no dia 05 DE JUNHO DE 2009 no DOU, Portaria Nº. 388, DE 19 DE MARÇO DE 2009 do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA, publicada no dia 20 DE MARÇO DE 2009 no D.O.U. e Portaria Nº. 387, DE 19 DE MARÇO DE 2009 do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA, publicada no dia 20 DE MARÇO DE 2009 no D.O.U.

Cajazeiras – Paraíba, 20 de Outubro de 2010.

A Diretora

Av.Brasil – Rodovia PB 393 – Cajazeiras – PB

CEP: 58900-000 – TEL: 83.3531.3011

domingo, 1 de maio de 2011

FOTO DO MAIOR ARTISTA POPULAR DO FORRO PE DE SERRA NICOLAU PACHECO SANTANA DE MANGUEIRA PB

AMIGOS AMIGOS MENSAGENS

MENSAGEM JESUS TE AMA

PREÇO DOS NOSSOS FOLHETOS 3 REAIS

wilsom braga e dona lucia braga

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAO Wilson e Lúcia Braga recebem solidariedade de amigos por acidente da filha Mariana
Por Josinato Gomes


Ainda são muitos os telefonemas e visitas residenciais com que dezenas de amigos vêm tratando a Wilson e Lúcia Braga, em razão de recente acidente automobilístico de que foi vítima a filha do casal Maria Navarro Braga (foto), na capital paraibana.

São gestos de solidariedade desferidos de personalidades do mundo político paraibano e também de pessoas simples do povo, não só de João Pessoa, mas de cidades do interior do estado.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ricardo Marcelo (PSDB), assim que soube do ocorrido, telefonou para o casal Braga, solidarizando-se com toda a família; e uma visita bastante íntima verificou-se na presença do médico e ex-deputado Paulo Soares, que foi pediatra, não apenas de Mariana, mas também de Patrícia e Marcelo Navarro Braga (falecido). Outro profissional da medicina a assisti-la, imediatamente, foi o diretor-proprietário do Hospital memorial São Francisco, Ítalo Kumamoto.

Mariana, segundo d. Lúcia Braga, já se encontra de alta hospitalar, repousando e recuperando-se em casa, ao lado dos pais, de Patrícia e de amigos.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

PROGRAMAÇAO DA FESTA DE ANIVERSARIO DO POÇO DANTAS PB

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAOPoço Dantas comemora 17 anos de emancipação política

O Prefeito Municipal de Poço Dantas – Itamar Moreira Fernandes, vice-prefeito José Gurgel Sobrinho, Vereadores e Secretários têm a honra de convidar Vossa Senhoria e família para participar das festividades alusivas aos 17 anos de emancipação do Município de Poço Dantas, que acontecerá nos dias 28 e 29 do mês de abril, com a seguinte programação:



Dia 28 de abril de 2011

08:00 horas – Abertura do Torneio Municipal envolvendo oito equipes de futebol de campo no Estádio “Francisco Evangelista”.



17:00 horas – Entrega de troféus às equipes vencedoras.



Dia 29 de abril de 2011

05:00 horas – Alvorada Festiva com salva de 21 tiros.


08:00 horas – Hasteamento dos Pavilhões Nacional, Estadual e Municipal no Pátio da Prefeitura Municipal.


09:00 horas – Tradicional Corrida de Pedestres.


11:00 horas – Coletiva do Prefeito à Imprensa, com a presença das Rádios: Arapuan de João Pessoa (Antônio Malvino), Rádio Oeste de Cajazeiras (Chico Cardoso e Joselito Feitosa), Poço Dantas FM, Capivara FM, Difusora de São Miguel (RN).


15:00 horas – Desfile Cívico das Escolas Municipais e Estadual, com a participação da Banda Marcial “José Milton Santiago” e da Banda da Polícia Militar – 6º BPM de Cajazeiras (PB).


22:00 horas – Show em Praça Pública animado pelas Bandas Skema e Estrelar Musical.



Desde já contamos com sua presença, que será motivo de muita alegria.

domingo, 24 de abril de 2011

BOMBA NO APOLO XI

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAOCine Apolo XI; um caso sem solução
Um mistério rodeia Cajazeiras, Sertão da Paraíba, divisa com o Ceará. O povo conta um episódio que ocorreu há 35 anos, em 2 de julho de 1975, mas que se mantém sem autoria . Um atentado a bomba matou dois, mutilou outros dois e destruiu o Cine-Teatro Apolo 11. O alvo, dom Zacarias Rolim de Moura, bispo conservador da Diocese de Cajazeiras, escapou porque tinha viajado ao Recife. A história é contada, mas o mistério não se revela. Quem quis matar dom Zacarias? Auge do regime militar, a ditadura iria enfrentar, nos seis anos seguintes, a linha-dura contrária à redemocratização.
Cajazeiras (PB), 2 de Julho de 1975. A fase mais dura do regime militar de 1964 estava no auge. Na pacata cidade do Sertão da Paraíba, a 460 Km de João Pessoa e 600 Km do Recife, a população é sacudida por uma explosão sentida até fora da cidade. Às 21h, com as ruas desertas, a cidade havia começado a adormecer. Os moradores do centro correm para o local do impacto: o Cine-Teatro Apolo 11, fundado pelo bispo dom Zacarias Rolim de Moura, à época com 60 anos, um fanático por cinema e frequentador assíduo das sessões. O cenário era incomum e desolador para Cajazeiras: as poltronas destroçadas e quatro homens jogados ao chão. O soldado Altino Soares, o Didi, 43, com as pernas amputadas. O ex-recruta do Tiro de Guerra, Manuel Conrado (Manuelzinho), 19, com uma lasca de madeira na cabeça, o seu irmão e operador de projetor Geraldo Conrado, 31, com a perna direita partida e o corpo perfurados por fragmentos, e o adolescente Geraldo Galvão, 16, do abdômen para baixo perfurado e as pernas queimadas.
Uma bomba explodiu no Apolo 11, 15 minutos depois do encerramento da sessão. Levados para João Pessoa, Manuelzinho morreria dois dias depois e o soldado Didi, da PMCE, nove dias depois. Dom Zacarias escapou.
Naquela tarde, havia embarcado em um ônibus com destino ao Recife, onde – além das atividades pastorais – ia às distribuidoras alugar filmes para os cinemas da Diocese de Uma bomba explodiu no Apolo 11, 15 minutos depois do encerramento da sessão. Levados para João Pessoa, Manuelzinho morreria dois dias depois e o soldado Didi, da PMCE, nove dias depois. Dom Zacarias escapou. Naquela tarde, havia embarcado em um ônibus com destino ao Recife, onde além das atividades pastorais ia às distribuidoras alugar filmes para os cinemas da Diocese de Cajazeiras. Dom Zacarias, um bispo conservador, contraponto à Igreja progressista liderada pelo arcebispo Metropolitano, dom José Maria Pires (dom Pelé), e pelo bispo de Guarabira, dom Marcelo Carvalheira era frequentador privilegiado que tinha a sua cadeira cativa no Apolo 11. O saldo do atentado não foi maior devido ao imponderável de uma fita de má qualidade, que partiu várias vezes, encurtando a sessão em 15 minutos, e ao enredo do filme, um drama que não agradou à platéia admiradora de faroestes e filmes de aventura.




A quarta-feira, 2 de julho de 1975, tinha sido mais um dia comum na vida simples e bucólica de Cajazeiras, então com 40 mil habitantes. Cinema era a maior diversão e mais de 40 espectadores tinham acabado de assistir ao filme Sublime Renúncia, no Cine-Teatro Apolo 11. Uma parte saiu antes do final. A cadeira cativa de dom Zacarias Rolim de Moura estava vazia, mas debaixo dela havia uma pasta modelo 007. Na varredura final do auditório, antes do fechamento do cinema, Geraldo Galvão encontra e entrega ao soldado Didi a pasta abandonada. A explosão que sacudiu a cidade e assustou a população foi uma questão de segundos. Na curiosidade, ao abrir para saber de quem era, Didi puxa de dentro algo que imagina ser um gravador. A poucos metros, Manuelzinho grita: não mexe, é uma bomba. No susto, Didi soltou a bolsa no chão.
O impacto do poder explosivo da bomba-relógio arrancou-lhe as pernas e o levaria à morte, juntamente com Manuelzinho. Os dois Geraldos ficaram mutilados. O agente federal disse a mim que tinha 15 minutos ainda para ela explodir. Se ele (Didi) tivesse colocado devagarzinho no chão e se afastado, tinha evitado a morte, relata dona Francisca Soares (dona Francisquinha), 71, viúva do soldado. No dia seguinte, um avião da Força Aérea levaria oficiais do IV Exército, com sede no Recife, e o comando e investigadores da Polícia Federal e da Secretaria de Segurança Pública da Paraíba a Cajazeiras. A cidade viveu 30 dias de suspense e temor de um novo atentado.
Na Paraíba, nos círculos políticos e da imprensa, a versão que se espalha é a de um atentado terrorista da esquerda contra o bispo dom Zacarias Rolim de Moura. Na oposição, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) rebate, acusando ter sido um atentado da direita para incriminar a esquerda e desestabilizar a abertura política no País.
Um ano antes, havia assumido a Presidência da República o general de Exército Ernesto Geisel (1974/1979) sucessor do general Emílio Garrastazu Médici (1969/1974), que pressionado pela esmagadora vitória da oposição (MDB) nas eleições de 74, propõe à nação uma distensão (abertura) lenta, gradual e segura” de retorno à democracia. Uma série de atos da linha-dura e do braço clandestino do regime se sucedem para impedir a abertura política, a transferência do poder aos civis e o retorno das eleições gerais.
Ação seria da mesma safra da OAB e do Riocentro
Um encontro casual, na Prefeitura de João Pessoa, em 1986, onze anos depois do episódio, consolida os indícios de uma ação do braço armado clandestino da ditadura militar no atentado ao cine Apolo 11. O ex-vice-prefeito de Cajazeiras, Abidiel de Souza Rolim, 71, é apresentado por um amigo comum ao general Antônio Bandeira, um paraibano linha-dura e primeiro comandante das tropas do Exército que combateram a guerrilha do PCdoB no Araguaia, Sul do Pará, entre 1971 e 1974. Bandeira revela que havia conhecido Cajazeiras, ao que Abidiel responde com espanto: Um general na minha terra? Bandeira então diz que foi na época das investigações da bomba do cinema, sem dar maior detalhe.
Movido pela curiosidade, o dentista Abidiel Rolim afirma que prolongou o diálogo com o general, para tanto indagou se a bomba em Cajazeiras tinha alguma relação com os episódios da OAB/RJ e Riocentro. A resposta foi surpreendente: São da mesma safra, sintetizou sem acrescentar mais nada, segundo Abidiel.
Inquérito foi aberto pela Polícia Federal para apurar a autoria intelectual e quem colocou a bomba, e o Exército fez investigações. Os suspeitos imediatos um líder político, um padre e um gênio autodidata surgiram à cabeça da população, suspeitas nunca comprovadas. Quem teria interesse em matar dom Zacarias e conhecimento para preparar uma bomba? Os três suspeito eram cidadãos acima de qualquer suspeita para a Igreja e o povo.
Deputado estadual pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), ex-líder estudantil e considerado um agitador, o advogado João Bosco Braga Barreto foi o mais ouvido pela Polícia Federal. O técnico em eletrônica Inácio Assis, admirado pela inteligência, também depôs. E o padre norte-americano e professor Francis Xavier Boyes, o Mr. Boyes, um liberal para os padrões de Cajazeiras que teria sido censurado por dom Zacarias foi incluído na relação. As suspeitas foram derrubadas nos depoimentos. Restou as de historiadores e políticos: matar um bispo conservador e atribuir à esquerda iria endurecer o regime.
No processo de abertura, uma série de bombas
A bomba do Cine-teatro Apolo 11, em Cajazeiras, Sertão da Paraíba, em 1975, foi o primeiro de uma série de episódios ocorridos ao longo dos governos dos generais Ernesto Geisel e João Baptista Figueiredo. Ao assumir, em 15 de março de 1974, Geisel anuncia o processo de abertura política lenta, gradual e segura. Escolhido por Geisel, Figueiredo assume, em 1979, com a missão de dar continuidade à distensão e devolver o poder aos civis.
A linha dura do regime e o braço clandestino da repressão deflagram, então, uma luta para inviabilizar a redemocratização com ações de violência e terrorismo. Em 1975, submetido a tortura, morre nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), de São Paulo, órgão subordinado ao Exército, o jornalista Vladimir Herzog, da TV Cultura. Em 1976, o líder metalúrgico Manoel Fiel Filho é também encontrado morto em uma cela do DOI-Codi. Ambos militavam no PCB.
Em 1977, o general Geisel enfrenta o auge de uma crise com o comandante do Exército, general Sylvio Frota, um linha dura que defendia o endurecimento do regime. Geisel resolve isolar o segmento militar contrário à abertura política. Surge a versão de que o general Frota pretende ser presidente da República, gerando a suspeita de preparava um golpe para depor Geisel. Para preservar a abertura política e a sua autoridade sobre as Forças Armadas, Geisel depõe Frota em 12 de outubro.
Eleito, indiretamente, pelo Congresso Nacional, o ex-chefe da Casa Militar de Geisel, João Baptista Figueiredo, enfrenta três episódios que elevam a tensão no País. Uma série de ataques à bomba a bancas de revistas, em capitais, é executada, em seguida, o Brasil é sacudido pela carta-bomba na sede da OAB/RJ, que matou a secretária da entidade, Lyda Monteiro Silva, em 27 de agosto de 1980.
Na última ação de desespero da direita, fracassa o atentado no pavilhão do Riocentro, na noite de 30 de abril de 1981, quando ocorria um show pela passagem do Dia do Trabalhador. A bomba explode no colo do sargento do Exército, Guilherme do Rosário, quando armava o dispositivo. Ele morre na hora e fica ferido o capitão Wilson Machado. O inquérito militar acusa a esquerda radical, mas depoimentos de agentes do regime à imprensa provam a ação da direita radical contra a redemocratização.

Dom Zacarias Rolim, o alvo do atentado
Um bispo tipo bonachão e tranquilo, mas apoiador do golpe e alinhado com o regime militar de 1964. O líder da Diocese de Cajazeiras, dom Zacarias Rolim de Moura, um tradicionalista que permitia missa celebrada em latim tinha, também, uma visão pragmática e a preocupação com a altivez e independência da Igreja. O longo bispado caracterizou-se pela criação de condições para a autonomia financeira da Diocese, agregando um patrimônio que se constitui fonte de renda para as atividades religiosas e de ensino. Construiu dezenas de imóveis pelos 43 municípios da Diocese, que servem de renda e como morada de padres. Por 40 anos conduziu a Diocese de Cajazeiras, zelando pela disciplina, os bons costumes e a educação.
Dom Zacarias não era um homem intolerante, mas era de posições firmes, tanto que considerava que a Diocese deveria ter arrecadação própria, e não depender do governo. Com a arrecadação do dízimo, conseguiu construir mais de 40 casas na Diocese, lembra o padre Antônio Luiz do Nascimento, o padre Buíca, 74, que o auxiliou no Conselho da Diocese. No período militar de 64, a gestão conservadora de dom Zacarias enfrentou divergências e resistências de padres da linha progressista, seguidores da Teologia da Libertação. O conflito mais profundo ocorreu com o grupo de cinco padres italianos, oriundos de Verona, que chegaram a partir de 1974.
Abrindo comunidades eclesiais de base, os italianos passaram a trabalhar na organização de camponeses e sindicatos e começaram a contestar a ação pastoral de dom Zacarias e a sua autoridade, e atuar em desobediência e sem dar satisfação das ações. O confronto só acabou após dom Zacarias pedir e conseguir que a Diocese de Verona chamasse os italianos de volta.
Politicamente de direita e ligado à ala conservadora da Igreja Católica, dom Zacarias tinha o perfil de homem culto, com domínio do português e com conhecimento profundo do latim e de história. Fã de cinema e assíduo frequentador das sessões, o bispo fazia a seleção dos filmes em cartaz nos cines Apolo 11 e Pax. Nas viagens ao Recife, pela Igreja, aproveitava para alugar fitas nas distribuidoras.
Nasceu em 1914, na fazenda Malhada das Pompas, em Umari, Ceará, divisa com a Paraíba. Era neto do tenente-coronel da Guarda Nacional, Vital de Souza Rolim (1829/1915), primeiro grande chefe político e fundador do Partido Liberal em Cajazeiras, no período da Monarquia .
Ordenou-se em 1937, no Seminário Arquidiocesano da Paraíba, em João Pessoa, retornando a Cajazeiras como padre e diretor do Colégio Diocesano Padre Rolim. Elevado a bispo de Cajazeiras, em 1953, pelo papa Pio XII, foi fiel ao legado de educador deixado pelo fundador da cidade, padre Ignácio de Souza Rolim (1800/1899). Dom Zacarias investiu no ensino, abrindo escolas em cidades da abrangência da Diocese.
Fundou, também, em 1964, um mês após o golpe, a Rádio Alto Piranhas (alusão ao Rio Piranhas, que se une ao Rio Peixe e formam o Rio Açu, no Rio Grande do Norte), e a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras, em 1969, incorporada pela UFPB, além dos cines Pax e Apolo 11, homenagem aos astronautas norte-americanos que primeiro chegaram à Lua. Sagrado bispo emérito de Cajazeiras, em 1990, pelo Papa João Paulo II, renunciou aos 76 anos. Morreu na Malhada das Pompas, em 5 de abril de 1992.
Explosão, dois mortos, feridos e… censura
Uma coincidência aconteceu naquela noite de 2 de julho de 1975. O filme em cartaz era Sublime Renúncia, com a atriz Romy Schneider em um dos principais papéis, que não agradou à maioria. Para piorar a insatisfação, o rolo de fita tinha problema e partiu várias vezes. A platéia apupava, assobiava, batia nas carteiras. Paguei pra vê, quero meu dinheiro de volta eram algumas frases jogadas antes dos mais irritados se retirarem. Ironia do destino ou a arte imitando a vida, o filme tem uma cena de assalto a banco, na qual a personagem provoca uma explosão de bomba-relógio ao abrir o caixa forte.
Os irmãos Geraldo e Luiz Conrado eram os responsáveis por operar os projetores do cine Apolo 11, que ficavam no primeiro andar do auditório. Por ainda estar na sala de projetores, Luiz saiu ileso. O caçula Manuel Justino Conrado (Manuelzinho), que tinha servido ao Tiro de Guerra de Cajazeiras, era o porteiro. O soldado Didi fazia a segurança e ajudava às vezes na portaria. O menor Geraldo Galvão, para ganhar uns trocados, corria o auditório depois das sessões para recolher objetos e pertences deixados pelos espectadores. O soldado Altino Soares (Didi) recebia e os guardava para os proprietários.
No final do filme, um ficava para desligar a máquina e o outro as luzes do auditório. Eu desci para apagar as luzes laterais. Foi aí que veio o papuco (pipoco). Fui atingido ainda na escada, narra Geraldo Justino Conrado, aos 66 anos, mostrando as pernas deformadas pela fratura e pelos estilhaços. Hoje, vive tomando remédios para dores e para os nervos”.
As vítimas foram levadas de imediato ao Hospital Regional de Cajazeiras para o socorro de urgência. Dois dias depois, seguiram para João Pessoa, internando-se no Hospital Edson Ramalho. Com o cérebro perfurado por uma lasca de madeira de uma das cadeiras, Manuelzinho permaneceu todo o tempo inconsciente e foi o primeiro a morrer, dois dias depois do atentado. Nove dias após o episódio, morre o soldado Didi. A bomba tinha um alto poder de destruição, a ponto de ter arrancado a grade da entrada do Cine-Teatro.
Quando eu cheguei, Didi ainda estava vivo. Eu disse: ‘Didi, e aí?’ Ele respondeu: ‘Eh, tem jeito, não’. As pernas (os restos) foram amputadas, recorda Geraldo Galvão. A infecção generalizada levou o soldado à morte.
O jornal oficial do governo da Paraíba, A União, revela no dia 4 de julho, que a notícia do atentado só tinha chegado a João Pessoa na noite anterior, quando da passagem pelo Aeroporto Castro Pinto de um avião da Força Aérea Brasileiro que conduzia um coronel, um major e um capitão do Exército, componentes de uma comissão investigadora. No aeroporto, embarca o secretário de Segurança Pública, coronel Audízio Siebra. À tarde, havia seguido para Cajazeiras o superintendente da Polícia Federal na Paraíba, Sadoc Thales Reis.
Na edição de 5 de julho, três dias depois, o jornal O Norte de João Pessoa informa que as autoridades não tinham identificado ainda quem colocou a bomba, porém, acreditavam que se tratava de uma ação terrorista com ramificações no Estado e que a pessoa que levou o petardo para a cidade não agiu isoladamente. Essa interpretação demonstrava, assim, que os órgãos de investigação consideravam que as autorias intelectual e material foram de pessoas de fora da cidade.
O governador Ivan Bichara (Arena) visita a cidade no dia 7 de julho e, segundo A União, impressiona-se com os estragos da explosão. Bichara reúne-se também com Dom Zacarias Rolim de Moura, que havia retornado à cidade. Ao jornal O Norte, edição de 8 de julho, o bispo afirma: Não tenho inimigos, se ideologicamente entre em divergência com outras pessoas, não vejo razão nenhuma para que isso justifique um atentado, pois sou apenas um discípulo de Deus.


O historiador e professor da Universidade Federal de Campina Grande, Francisco Chagas Amaro, 58, natural de Cajazeiras, à época um radialista com 23 anos, revela que a censura do regime militar passou a tomar conta do noticiário. Notícias na imprensa eram só as oficiais. O episódio da bomba ficou sob censura. Tudo corria sob sigilo. Ninguém se aventurou a comentar ou fazer juízo. Estabeleceu-se o silêncio. A imprensa não teve acesso ao inquérito, destaca.
A bomba do Apolo 11, a história não concluída

sexta-feira, 22 de abril de 2011

UM SITE CAJA INFOR ESCREVEU ASSESSORIA DO GOVERNO BARROU RADIALISTAS NA ENTEVISTA

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAOAssessoria de Ricardo Coutinho barra radialistas nas coletivas de Cajazeiras e Patos
Tanto na coletiva de Cajazeiras como na cidade de Patos, vários radialistas ficaram sem poder fazer perguntas. .
Vários radialistas de Cajazeiras e região saíram incorformados com a forma que foi conduzida a coletiva do Governador eleito, Ricardo Coutinho (PSB) na terra do Padre Rolim.

Por falta de organização, vários profissionais de imprensa foram barrados e não puderam fazer suas perguntas. Foi o que aconteceu com o radialista F. Dunga que representava a Rádio São João FM de São João do Rio do Peixe, que reprovou a falta de organização da entrevista. “É uma falta de respeito, estamos aqui porque fomos convidado para esta coletiva”, disse o radialista indignado.

Outro que reprovou a condução da coletiva foi o diretor do Portal Radar Sertanejo, Alex Gonçalves, que veio da cidade de São José de Piranhas para participar do evento. “Fico triste com a condução da coletiva, não culpo o governador, mas os organizadores da entrevista, que ficou totalmente desestruturada”, disse.

Outros que também reprovaram a desorganização da coletiva na câmara municipal de Cajazeiras, foram o radialista João Andrade da Poço Dantas FM, Jorcelan Guedes, que na oportunidade representava a TV VIP, o Blog Canção Notícias e Jocivan Pinheiro, do Portal Exatas News.

EM PATOS
Depois de Cajazeiras, Ricardo seguiu para a cidade de Patos, onde também vários radialistas foram barrados e não puderam ingadar o Governador eleito.

Segundo o site Patos on Line, a jornalista Acilene Candeia do Sistema Itatiunga de Comunicação foi barrada de participar da coletiva, que aconteceu no final da tarde dessa sexta-feira, (12), em Patos.

A jornalista que atua também na Rádio Sertão Am do Sistema, foi a única que não pode direcionar suas perguntas à Ricardo.

A coletiva não teve uma organização para receber à imprensa local, deixando os profissionais do meio sem obter material para seus devidos veículos comunicacionais.

“Devido à falta de uma assessoria séria, a coletiva não foi proveitosa para os profissionais que trabalham com a notícia, pois foi dada a vez à pessoas que não fazem parte do meio, e sim de programas de entretenimento, que fizeram elogios a Ricardo Coutinho”, revelou Acilene.

Já o jornalista Sílvio Romero, da Rádio Morada do Sol,solicitou a Coutinho que fosse dada a oportunidade da imprensa falar com ele para assim coletar o material que fosse possível ser divulgado para a comunidade, mas não obteve êxito.

Antes da coletiva, Ricardo Coutinho esteve em Cajazeiras. Depois da atividade em Patos ele seguiu para Campina Grande, onde estava sendo aguardado no Parque do Povo.


CatingueiraOnline Diário do Sertão


1 comentário
Marcos Pereira disse...
Isso é só o começo. Imagine quando esse homem assumir o Governo do Estado. Só vai receber no palácio aquelas pessoas que ele achar que vale a pena. Bem feito! Vocês não votaram nele. Taí bando de idiotas. Ricardo já não recebia nem os prefeitos quando era candidato, imagine agora ele governador. Será Que Zé Bicudo, Petronio e o resto da cupinzada serão recebidos por Ricardo. Duvido muito. Vão dar muitas viagens perdidas em João Pessoa. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

terça-feira, 19 de abril de 2011

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAOHistória do Cordel

Material de autoria do parceiro e Violeiro Fábio Sombra. Publicado originalmente no folheto “Proseando Sobre Cordel”.




A Origem nas Feiras Medievais
Nossa viagem em busca das origens do cordel começa na Europa, na Idade Média, num tempo em que não existia televisão, cinema e teatro para divertir o povo. A imprensa ainda não tinha sido inventada e pouquíssima gente sabia ler e escrever. Os livros eram raríssimos e caros, pois tinham de ser copiados a mão, um a um. Então, como as pessoas faziam para conhecer novas histórias?

Pois bem, mesmo nos pequenos vilarejos existia um dia da semana que era especial: o dia da feira. Nessas ocasiões, um grande número de pessoas se dirigia à cidade, e ali os camponeses vendiam seus produtos, os comerciantes ofereciam suas mercadorias e artistas se apresentavam para a multidão.

Um tipo de artista muito querido por todos era o trovador ou menestrel. Os trovadores paravam num canto da praça e, acompanhados por um alaúde (um parente antigo dos violões e violas que conhecemos hoje), começavam a contar histórias de todo tipo: de aventuras, romance de paixões e lendas de reis valentes, como o Rei Carlos Magno e seus doze cavaleiros.

Para guardar tantas histórias na cabeça, os trovadores passaram a contar suas histórias em versos. Dessa forma as rimas iam ajudando o artista a se lembrar dos versos seguintes, até chegar o fim da história.

Ao final da apresentação, o povo jogava moeda dentro do estojo do alaúde. O trovador, satisfeito, agradecia e partia em direção a próxima feira.
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Material de autoria do parceiro e Violeiro Fábio Sombra. Publicado originalmente no folheto “Proseando Sobre Cordel”.




A Origem nas Feiras Medievais
Nossa viagem em busca das origens do cordel começa na Europa, na Idade Média, num tempo em que não existia televisão, cinema e teatro para divertir o povo. A imprensa ainda não tinha sido inventada e pouquíssima gente sabia ler e escrever. Os livros eram raríssimos e caros, pois tinham de ser copiados a mão, um a um. Então, como as pessoas faziam para conhecer novas histórias?

Pois bem, mesmo nos pequenos vilarejos existia um dia da semana que era especial: o dia da feira. Nessas ocasiões, um grande número de pessoas se dirigia à cidade, e ali os camponeses vendiam seus produtos, os comerciantes ofereciam suas mercadorias e artistas se apresentavam para a multidão.

Um tipo de artista muito querido por todos era o trovador ou menestrel. Os trovadores paravam num canto da praça e, acompanhados por um alaúde (um parente antigo dos violões e violas que conhecemos hoje), começavam a contar histórias de todo tipo: de aventuras, romance de paixões e lendas de reis valentes, como o Rei Carlos Magno e seus doze cavaleiros.

Para guardar tantas histórias na cabeça, os trovadores passaram a contar suas histórias em versos. Dessa forma as rimas iam ajudando o artista a se lembrar dos versos seguintes, até chegar o fim da história.

Ao final da apresentação, o povo jogava moeda dentro do estojo do alaúde. O trovador, satisfeito, agradecia e partia em direção a próxima feira.

OS INDIIOS NO BRASIL

CCMPOSTO DE NOTICIAS DE ACORDO O NOME DO BLOG NO CASO DO ALMANAQUE DO SERTAOOs indígenas
A colonização do território brasileiro pelos europeus representou em grande parte a destruição física dos indígenas através de guerras e escravidão, tendo sobrevivido apenas uma pequena parte das nações indígenas originais.

A cultura indígena foi também parcialmente eliminada pela ação da catequese e intensa miscigenação com outras etnias. Atualmente, apenas algumas poucas nações indígenas ainda existem e conseguem manter parte da sua cultura original. Indígena brasileiro, representando sua rica arte plumária e de pintura corporal

Apesar disso, a cultura e os conhecimentos dos indígenas sobre a terra foram determinantes durante a colonização, influenciando a língua, a culinária, o folclore e o uso de objetos caseiros diversos como a rede de descanso. Um dos aspectos mais notáveis da influência indígena foi a chamada língua geral (Língua geral paulista, Nheengatu), uma língua derivada do Tupi-Guarani com termos da língua portuguesa que serviu de lingua franca no interior do Brasil até meados do século XVIII, principalmente nas regiões de influência paulista e na região amazônica.

O português brasileiro guarda, de fato, inúmeros termos de origem indígena, especialmente derivados do Tupi-Guarani. De maneira geral, nomes de origem indígena são frequentes na designação de animais e plantas nativos (jaguar, capivara, ipê, jacarandá, etc), além de serem muito frequentes na toponímia por todo o território.

A influência indígena é também forte no folclore do interior brasileiro, povoado de seres fantásticos como o curupira, o saci-pererê, o boitatá e a iara, entre outros. Na culinária brasileira, a mandioca, a erva-mate, o açaí, a jabuticaba, inúmeros pescados e outros frutos da terra, além de pratos como os pirões, entraram na alimentação brasileira por influência indígena.

Essa influência se faz mais forte em certas regiões do país, em que esses grupos conseguiram se manter mais distantes da ação colonizadora, principalmente em porções da Região Norte do Brasil.
CCMPOS

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