UM DOS PRINCIPAIS CARTAZES DE NOSSOS LANÇAMENTOS

UM DOS PRINCIPAIS CARTAZES DE NOSSOS LANÇAMENTOS

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

SANTOSSETEMBRO

Dia S A N T O S
01 Josué, Terenciano, Vitório
02 Apolinário Morel, João Francisco Burté, Severino Giraud
03 Aristeu, Basilissa, Gregorio Magno
04 Moisés, Rosa de Viterbo, Vitalício
05 Bertino, Eudócio, Justiniano
06 Beltrão, Ledo, Mansueto
07 Clodoaldo, João da Nicomédia, Regina
08 Adriano, Natália, Nestor, Tomás de Vilanova
09 Cirano, Pedro Claver, Serafina, Tibúrcio
10 Cândida Menor, Jáder, Nicolau de Tolentino, Sóstenes
11 Dídimo, Diomedes, Jacinto, João Gabriel, Proto
12 Guido de Anderlecht, Silésio, Vitória Fornari
13 João Crisóstomo, Ligório, Maurílio
14 Materno, Noteburga, Rósula
15 Catarina de Gênova, Maria Dolores, Nicomedes
16 Cipriano, Cornélio, Edite
17 Colomba, Hildegardes, Roberto Belarmino
18 José de Copertino, Metódio do Olímpo, Ricarda
19 Afonso de Orosco, Constância, Januario ou Genaro
20 André Kim Targon, Fausta, Francisco Maria, Paulo Chong Hasang
21 Mateus apóstolo, Efigênia, Maura de Troyes
22 Emeriano, Focas, Maurício e companheiros, Santino
23 Helena de Bolonha, Lino, Tecla de Icônio
24 Geraldo de Csanad, Germano, Pacífico
25 Aurélia, Cleófas, Sérgio Radonezh, Vicente Stambi
26 Cosme e Damião, Elzeário de Sabran
27 Fidêncio, Florentino, Vicente de Paulo
28 Eustóquia, Lourenço Ruiz, Venceslau
29 Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael
30 Jerônimo, Gregório o iluminador, Simão de Crépu

Observações:

Dia 5: Nossa Senhora da Consolação
Dia 8: Grande Dia da Festa do nascimento de Nossa Senhora e
do Sagrado Coração de Jesus, em Jardim do Seridó, RN
Dia 15: Nossa Senhora das Dores
Dia 17: Impressão das chagas de São Francisco de Assis
Dia 19: Nossa Senhora de Salete
Dia 24: Nossa Senhora das Mercês
Dia 30: Dia da Bíblia



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AGOSTO

Dia S A N T O S
01 Afonso Maria de Ligório, Caridade, Esperança
02 Euzébio de Vercelli, Máximo, Pedro Juliano Eymard, Teodata
03 Gamaliel, Germano de Auxerre, Nicodemus, Lídia
04 Iá, João Maria Vianney, Lugaido
05 Cassiano, Emídio, Osvaldo
06 Agápito, Felicíssimo, Horsmisdas, Justo, Magno, Pastor
07 Caetano, Sisto II, Vitrício
08 Domingos de Gusmão, Emiliano, Miro
09 Fábio, Nateu, Rústico, Teresa Benedita da Cruz, Veriano
10 Deusdedith, Lorenço, Mercês
11 Clara de Assis, Lélia, Susana
12 Felicissima, Graciliano, Hilária, João Berchmans
13 Helena, Hipólito, Ponciano
14 Atanásia, Eberaldo, Maximiliano Maria Kolbe
15 Alípio, Jacinto, Tarcísio
16 Alsácio, Estêvão I da Hungria, Roque
17 Beatriz da Silva, Mamede, Servo
18 Ângelo d'Ágostini, Helena Augusta, Lauro, Polieno
19 João Eudes, Luís de Tolosa, Sisto III
20 Bernardo de Clairvaux, Felisberto, Samuel
21 Ciríacal, Humbelina, Pio X
22 André de Fiésole, Fabriciano, Felipe Benício
23 Rosa de Lima, Tiago de Bevagna, Zaqueu
24 Bartolomeu apóstolo, Emília, Maria Micaela
25 José de Calazans, Luís de Fraça, Patrícia
26 Isabel de Richier, Joana Isabel, Zeferino
27 Antusa Menor, Eutália, Mônica
28 Agostinho de Hipona, João III, Viviano
29 Hipácio, Nicéias, Sabina
30 Adauto, Cesário de Arles, Félix, Gaudêncio, Rosa de Santa Maria
31 Amado, Aristides, Raimundo Nonato

Observações

Dia 10: Dia Mundial da Solidariedade Cristã
Dia 15: Assunção de Nossa Senhora
Dia 29: Martírio de João Batista e dia dos arcanjos Miguel,Gabriel e Rafael.




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SANTOSJULHO

Dia S A N T O S
01 Aarão, Abdúlio Arroyo Navarro, Domiciano, Marco Túlio Marezzo Rappo, Martiniano, Processo, Teodorico
02 Bernardino Realing, Monegundes, Oto de Bamberga, Pedro de Luxembirgo
03 Anatólio, Leão II, Tomé apóstolo
04 André de Creta, Isabel de Portugal, Oséias
05 Agatão, Antonio Maria Zaccaria, Filomena
06 Domingas, Isaias, Maria Goretti
07 Félix de Nantes, Ilídio, Vilibaldo
08 Adriano III, BA. Eugênio III, Procópio, Raimundo de Tolosa
09 Anatólia, Everilda, Nicolau Pick, BA Madre Paulina, Verônica Giuliani
10 Maurício, BA. Francisco Abdul-Muti, Rafael Masabki, Os Santos 7 Filhos da romana Felicidade
11 Bento, Olga, Olivério Plunket
12 Epifâna, João Gualberto, João Jones, João Wall
13 Angelina de Marsciano, Henrique I, Joel
14 Camilo de Lellis, Francisco Solano, Gaspar de Bene
15 Boaventura, Boaventura de Albano, Justa, Rosália
16 Hilarino, Maria Madalena Postel, Vitalino
17 Aleixo, Inácio de Azevedo e companheiros, Marcelina
18 Arnolfo, Estácio, Frederico Utrecht
19 Adolfo, Arsênio, Áurea
20 Aurelio de Cartago, Elias, Eliseu, Paulo da Espanha, Severa
21 João da Síria, Lorenço de Brindisi, Praxedes
22 Felipe Evans, José da Palestina, Maria Madalena
23 Brígida, Erundina, Rômula
24 Cristina, Luiza de Sabóia, Niceta, Ursino
25 Cristovão, Tiago o Maior, Valentina
26 Joaquim, Ana, Pastor
27 Aurélio de Córdova, Maria Madalena Martinengo, Natália, Pantaleão
28 Décio, Eutádio, Inocêncio I, Sansão
29 Beatriz de Roma, Marta, Olavo
30 Pedro Crisólogo, Everaldo Hanse, Julita
31 Demócrito, Fábio, Inácio de Loyola

Observações

Dia 9: Nossa Senhora da Graça
Dia 16: Nossa Senhora do Carmo
Dia 27: N. S. do Perpétuo Socorro

SAMOSJUNHO

Dia S A N T O S
01 Cândida, Herculano de Piegaro, Justino
02 Blandina, Erasmo, Marcelino, Pedro exorcista
03 Carlos Lwanga e companheiros, Clotilde, Olívia
04 Daciano, Francisco Caracciolo, Quintino, Saturnina
05 Bonifácio apóstolo dos germanos, Círia, Fernando se Portugal
06 Marcelino Champagnat, Norberto, Paulina
07 Ana de S. Bartolomeu, Antonio Maria Gianelli, Pedro de Córdova
08 Clodolfo, Efrém, Salustiano
09 Diana, José de Anchieta, Ricardo de Andria
10 Alice, Getúlio, Itamar, Luciliano
11 Barnabé, Parísio, Paula Frassinetti
12 Gaspar de Búfalo, Iolanda, Olímpio, Onofre
13 Antônio de Lisboa, Antônio de Pádua, Aquilina, Gerardo de Claraval
14 Digna, Rufino, Valério
15 Germana, Líbia, Vito
16 Aureliano, Beno, Ciro, Julita
17 Adolfo de Osnabruece, Ismael, Manuel, Rainério
18 Armando de Bordéus, Gregório Barbarigo, Isabel da Alemanha, Marina
19 Gervásio, Juliana Falconiere, Romualdo
20 Adalberto, Florentina, Miquelina de Pesaro, Silvério
21 Albano, Demétrio, Luiz Gonzaga
22 Júlio Fisher, Paulino de Nola, Tomaz Morus
23 Agripina, Edeltrudes, José de Cafasso
24 Fausto, Firmo, João Batista o profeta
25 Guilherme de Vercelli, Luano, Máximo de Turm, Próspero
26 Antelmo, João dos Godos, os irmãos João e Paulo, Perseveranda
27 Cirilo de Alexandria, Ladislau, Madalena Fontaine
28 Argemiro, Irineu, Vicência
29 Anastácio, Ema, Judite, Paulo e Pedro apóstolos
30 Brasílides, Luciana, Teobaldo, e os protomártires da Igreja de Roma

Observações:

Dia 27: Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Mês das festas juninas, especial para o folclore nordestino do Brasil nos dias
13 (Santo Antônio casamenteiro), 24 (São João) e 29 (São Pedro)



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SANTOSMAIO

Dia S A N T O S
01 Grata, José Operário, Peregrino
02 Atanásio, Zoé, Germano
03 Felipe, Maura, Tiago Menor
04 Ciríaco, Floriano, Gregório de Venucchio, Pelágia
05 Hilário, Joviniano, Niceto, Silvano
06 Benedita ou Benta, Heliodoro, Idiberto
07 Augusto, Flávia Domitila, João de Beverly, Juvenal
08 Agácio, Bonifácio IV, Desiderato, Vitor
09 Gerôncio, Hermas, Pacômio
10 Blanda, Bv. Damião de Molokai, Nazário, Solange, Ubaldo
11 Alberto de Bérgamo, Iluminato, Inácio de Láconi
12 Aquiles, Leopoldo Mandic, Nereu, Pancrácio
13 Fátima, Glicéria, João o Silencoso, Júlia Billiart, Valter de Pontoise
14 Madalena de Canossa, Matias Apóstolo, Petronila de Moncel
15 Cássia, Dionísia, Isidoro o lavrador, Torquato
16 João Nepomuceno, Honorato, Margarida de Cortona
17 Basília, Bruno de Würzburg, Pascoal Baylon
18 Cláudia, Félix de Cantalício, João I, Leonardo Murialdo
19 Crispim de Viterbo, Ivo, Prudenciana
20 Austregésilo, Bernardino de Sena, Columbano de Rieti
21 André Bóbola, Benvenuto, Sinésio, Valente
22 Casto, Quitéria, Rita de Cássia
23 Epitácio, João Batista de Rossi, Miguel o bispo
24 Davi I da Escócia, Domiciano, Rogaciano, Vicente de Lerins
25 Beda o Venerável, Gregório VII, Maria Madalena de Pazzi
26 Eva de Liège, Felipe Neri, Maria Ana
27 Agostinho de Cantuária, Melângela, Ranulfo
28 Bernardo de Novara, Emílio, Margarida Pole
29 Cirilo de Cesaréia, Maximino, Sisínio
30 Batista Varani, Fernando III, Juana dÁrc
31 Os IrMãos Câncio, Canciano e Cancianila, Pascásio, Petronila de Roma

Observações :

Dia 9: Mundial da Congregação Mariana
Dia 13: N. S. de Fátima
Dia 24: N. S. Auxiliadora
Dia 26: N. S. do Caravaggio
Dia 31: Visitação de Nossa Senhora
É o mês de Maria para os católicos, mês das noivas e dos casamentos



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SANTOSABRIL

Dia S A N T O S
01 Hugo de Grenoble, Ludovico Pavonil, Teodora
02 Francisco de Paula, Leopoldo de Gaiche, Maria do Egito
03 Gandolfo de Binasco, Irene, Sixto I, II e III
04 Isidoro de Sevilha, Pedro de Poitiers, Platão ( o monge)
05 Catarina Tomás, Vicente Ferrer, Zeno
06 Catarina de Pallanza, Celestino, Diógenes, Marcelino
07 Guilherme de Scicli, João Batista de La Salle, Ursulina
08 Edézio, Gastão, Máxima, Válter de Pontoise
09 Acácio, Cacilda, Demétrio, Maria de Cleófas
10 Ezequiel, Miguel dos Santos, Pompeu
11 Estanislau, Gema Galgani, Isaac
12 Ângelo de Chivasso, Júlio I, Sabas Godo
13 Márcio, Martinho I, Quintiliano
14 Donina, Hermenegildo, Lamberto, Próculo
15 Anastácia, Benedito José Labre, Êutiques, Vitoriano
16 Bernardete Soubirous, Calisto de Corinto, Júlia, Marçal
17 Aniceto, Estêvão Harding, Hermógenes, Roberto de Molesme, Roberto de Turlade
18 Faustino, Galdino, Maria da Encarnação
19 Expedito, Gálata, Sócrates
20 Antonino, Inês de Montepulciano, Marcelino de Embrum, Sulpício
21 Anselmo, Conrado de Parzão, Sílvio
22 Bartolomeu de Cervere, Miles, Sotero
23 Adalberto de Praga, Egídio de Assis, Jorge
24 Fidélis de Sigmaringa, Honório, Maria Eufrásia
25 Calista, Evódio, Marcos Evangelista
26 Clarencio, Exuperância, Lucídio
27 Joao Abade, Tertuliano, Zita
28 Luis Maria Grignion de Montfort, Luquésio, Pedro Chanel, Valéria
29 Antônia, Catarina de Siena, Hugo, Pedro de Verona
30 Hildelgarda, Lourenço de Novara, Pio V, Sofia

Observações:

Dia 8: Nossa Senhora da Penha
Dia 26: Nossa Senhora do Bom Conselho

SANTOSABRIL

Dia S A N T O S
01 Hugo de Grenoble, Ludovico Pavonil, Teodora
02 Francisco de Paula, Leopoldo de Gaiche, Maria do Egito
03 Gandolfo de Binasco, Irene, Sixto I, II e III
04 Isidoro de Sevilha, Pedro de Poitiers, Platão ( o monge)
05 Catarina Tomás, Vicente Ferrer, Zeno
06 Catarina de Pallanza, Celestino, Diógenes, Marcelino
07 Guilherme de Scicli, João Batista de La Salle, Ursulina
08 Edézio, Gastão, Máxima, Válter de Pontoise
09 Acácio, Cacilda, Demétrio, Maria de Cleófas
10 Ezequiel, Miguel dos Santos, Pompeu
11 Estanislau, Gema Galgani, Isaac
12 Ângelo de Chivasso, Júlio I, Sabas Godo
13 Márcio, Martinho I, Quintiliano
14 Donina, Hermenegildo, Lamberto, Próculo
15 Anastácia, Benedito José Labre, Êutiques, Vitoriano
16 Bernardete Soubirous, Calisto de Corinto, Júlia, Marçal
17 Aniceto, Estêvão Harding, Hermógenes, Roberto de Molesme, Roberto de Turlade
18 Faustino, Galdino, Maria da Encarnação
19 Expedito, Gálata, Sócrates
20 Antonino, Inês de Montepulciano, Marcelino de Embrum, Sulpício
21 Anselmo, Conrado de Parzão, Sílvio
22 Bartolomeu de Cervere, Miles, Sotero
23 Adalberto de Praga, Egídio de Assis, Jorge
24 Fidélis de Sigmaringa, Honório, Maria Eufrásia
25 Calista, Evódio, Marcos Evangelista
26 Clarencio, Exuperância, Lucídio
27 Joao Abade, Tertuliano, Zita
28 Luis Maria Grignion de Montfort, Luquésio, Pedro Chanel, Valéria
29 Antônia, Catarina de Siena, Hugo, Pedro de Verona
30 Hildelgarda, Lourenço de Novara, Pio V, Sofia

Observações:

Dia 8: Nossa Senhora da Penha
Dia 26: Nossa Senhora do Bom Conselho

SANTOSMARÇO

Dia S A N T O S
01 Adriano de Marselha, Albino, Eudócia
02 Inês de Praga, Januária, Jovino, Simplício
03 Astério, Hemetério, Lucíolo, Marino, Márcia
04 Arcádio, Cassimiro, Eugênio
05 Domingos Sávio, Eusébio, João José da Cruz, Teófilo, Virgílio de Arles
06 Cônon, Olegário, Marciano, Rosa de Viterbo
07 Felicidade, Perpétua e companheiros, Saturnino, Paulo Ardo Teocilato
08 Filemon, Herênia, João de Deus
09 Cândido, Catarina de Bolonha, Francisca Romana
10 Crescêncio, Dinis, Simplício
11 Constantino, Firmínio, Zózimo
12 Bernardo de Cápua, Gregório I, Gregório de Nissa, Inocêncio I
13 Cristina, Eulógio, Modesta, Rodrigo, Salomão
14 Afordísio, Eutíquio, Matilde
15 Leocrécia, Longino, Luísa de Marillac
16 Antônio Daniel, Carlos Garnier, Isaac Jogues, João de Brebeuf, Taciano
17 José de Arimatéia, Paulo de Contantinopla, Patrício
18 Cirilo de Jerusalém, Cristiano, Narciso
19 Apolônio, José, Quintila
20 Alexandra, Martinho de Braga, Serapião, Teodósio
21 Berilo, Lupicínio, Santúcia
22 Léia, Nicolau de Flue, Otaviano
23 Domício, Fidélis, Turíbio de Mogrovejo
24 Adelmar, Catarina da Suécia, Diogo José de Cádiz
25 Desidério, Lúcia, Madre Paulina, Quirino
26 Bráulio, Emanuel, Ludgero, Marciano
27 Guilherme Tempier, Lázaro da Pérsia, Lídia, Ruperto
28 Castor, Gisela, Gontrão, Malco
29 Baraquísio, Eustácio, Jonas, Secundo
30 Donino, João Clímaco, Régulo
31 Balbina, Benedito, Benjamin, Cornélia

Observações:

Dia 19: Dia de S. José, o santo da chuva, de enorme devoção em todo interior nordestino do Brasil



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SANTOSMARÇO

Dia S A N T O S
01 Adriano de Marselha, Albino, Eudócia
02 Inês de Praga, Januária, Jovino, Simplício
03 Astério, Hemetério, Lucíolo, Marino, Márcia
04 Arcádio, Cassimiro, Eugênio
05 Domingos Sávio, Eusébio, João José da Cruz, Teófilo, Virgílio de Arles
06 Cônon, Olegário, Marciano, Rosa de Viterbo
07 Felicidade, Perpétua e companheiros, Saturnino, Paulo Ardo Teocilato
08 Filemon, Herênia, João de Deus
09 Cândido, Catarina de Bolonha, Francisca Romana
10 Crescêncio, Dinis, Simplício
11 Constantino, Firmínio, Zózimo
12 Bernardo de Cápua, Gregório I, Gregório de Nissa, Inocêncio I
13 Cristina, Eulógio, Modesta, Rodrigo, Salomão
14 Afordísio, Eutíquio, Matilde
15 Leocrécia, Longino, Luísa de Marillac
16 Antônio Daniel, Carlos Garnier, Isaac Jogues, João de Brebeuf, Taciano
17 José de Arimatéia, Paulo de Contantinopla, Patrício
18 Cirilo de Jerusalém, Cristiano, Narciso
19 Apolônio, José, Quintila
20 Alexandra, Martinho de Braga, Serapião, Teodósio
21 Berilo, Lupicínio, Santúcia
22 Léia, Nicolau de Flue, Otaviano
23 Domício, Fidélis, Turíbio de Mogrovejo
24 Adelmar, Catarina da Suécia, Diogo José de Cádiz
25 Desidério, Lúcia, Madre Paulina, Quirino
26 Bráulio, Emanuel, Ludgero, Marciano
27 Guilherme Tempier, Lázaro da Pérsia, Lídia, Ruperto
28 Castor, Gisela, Gontrão, Malco
29 Baraquísio, Eustácio, Jonas, Secundo
30 Donino, João Clímaco, Régulo
31 Balbina, Benedito, Benjamin, Cornélia

Observações:

Dia 19: Dia de S. José, o santo da chuva, de enorme devoção em todo interior nordestino do Brasil



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SANTOSFEVEREIRO

Dia S A N T O S
01 Henrique Morse, Severo, Viridiana
02 Catarina de Ricci, Feliciano de Roma, Joana de Lestonnac
03 Brás de Sebaste, Celerina, Oscar
04 Joana de Valois, João de Brito, José de Leonissa, Remberto
05 Adelaide de Vilich, Águeda, Genuíno
06 Dorotéia, Gastão, Paulo Miki e companheiros
07 Coleta, Eugênia Smet, Ricardo, Ricardo Toscana
08 Ciríaco, Jerônimo Emiliano, Juvêncio
09 Alexandre de Roma, Apolônia, Donato, Sabino
10 Escolástica, Guilherme de Maleval, Silvana
11 Lúcio, Pascoal I
12 Antônio de Costantinopla, Etevaldo, Eulália
13 Benigno, Ermelinda, Estêvão de Riet
14 Os irmãos monges tessalônicos Cirilo e Metódio, Valentim
15 Geórgia, José de Antióquia, Jovita, Teotônio
16 Albino Amarilla, Daniel, Elias, Gilberto de Sempringham, Jeremias, Onésimo
17 Fundadores da Ordem dos Servitas, Reginaldo de Orleans, Rômulo, Silvino
18 Cláudio, Flaviano, Heládio, Simeão
19 Álvaro de Córdova, Conrado de Placência, Gabínio
20 Eleutério, Leão de Cafânia, Margarida de Cordona, Zenóbio
21 Fortunato, Pedro Damião, Sérvulo
22 Abílio, Joana Maria, Lineu, Maximiliano
23 Policarpo, Romano, Sereno
24 Edilberto, Montano, Sérgio
25 Cezário de Nazianzo, Hereno, Valburga, Vitor
26 Alexandre de Alexandria, Deodoro, Nestor, Porfírio
27 Besas, Gabriel de N.S. das Dores, Leandro, Valdomiro
28 Justo, Romano, Romão, Serapião
29 Edviges da Polônia, Hilaro, Macário, Osvaldo

Observações:

Dia 2: Dia de Iemanjá e da Apresentação do Senhor.
Dia 11: Nossa Senhora de Lourdes

SANTOSDODIA

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Dia S A N T O S
01 Maria, Martinha, Odilão
02 Argeu, Basílio Magno, Gregório Nazianzeno
03 Antero, Cirino, Florêncio, Genoveva
04 Ângela de Foligno, Caio, Hermes
05 Emiliana, Eduardo, Gerlach, João Nepomuceno Neumann, Tarsila, Simeão Estilita
06 André Corsino, Baltazar, Gaspar, Melchior, Nilo, Nilamão
07 Luciano, Raimundo de Peñafort, Teodoro
08 Antonio de Categeró, Apolinário de Hierápolis, Severino, Teófilo
09 Adriano, Marciana, Félix, Vidal
10 Aldo, Gregório X, Nicanor, Tecla
11 Honorata, Sálvio, Teodósio
12 Bento Biscop, Bernardo de Corleone, Modesto, Taciana
13 Hilário de Poitiers, Leôncio, Verônica
14 Dácio, Ida, Odorico de Pordenone, Verônica de Binasco
15 Amaro ou Mauro, João Calibita, Isidoro de Alexandria, Miquéias
16 Berardo, Marcelo, Priscila
17 Antão ou Antônio Abade, Leonila, Mariano
18 Amâncio, Liberato, Prisca, Bv. Regina Prottmann
19 Ábaco, Audifax, Canuto, Júlio, Mário, Marta
20 Fabiano, Mauro de Casena, Sebastão
21 Epifânio, Frutuoso, Inês
22 Anastácio, Gaudêncio, Vicente da Espanha, Vicente Palotti, Victor
23 Áquila, Ildefonso, Severiano
24 Felciano, Francisco de Sales, Urbano
25 Apolo, Juventino, Paulo Apóstolo ou Paulo de Tarso
26 Paula, Timóteo, Tito
27 Angela de Mérici, Julião, Mauro de Gália
28 Leônidas, Pedro Nolasco, Tomás de Aquino
29 Aquilino, Bambina, Constâncio, Gildas (o sábio)
30 Barsimeu, Jacinta Mariscotti, Savina
31 João Bosco (ou Dom Bosco), Luísa Albertoni, Marcela

Observações:

Dia Primeiro: Consagrado à Virgem Maria
Ela era de carne e osso e tinha receios e angústias como qualquer um de nós. Sua fé, porém, era
o grande diferencial que a tornou apta para gestar o filho de Deus. Neste dia, especialmente,
é uma santa oportunidade de refletirmos sobre nossa própria santidade, a partir do exemplo
daquela que, escolhida por Deus, carregou o Cristo em seu ventre materno.
Dia 2: Nossa Senhora dos Navegantes.
Dia 6: Dia dos Santos Reis.
Dia 20: Grande dia da festa do padroeiro S. Sebastião, da cidade de Parelhas, RN
Dia 25: Conversão de São Paulo
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CURIOSIDADESOBREALUA

A Lua, agora.

Ao lado, a forma da Lua vista do hemisfério Sul.

Ângulo de fase de radianos
Visão atual: Hemisfério NorteSul





JOSÉ ROBERTO V. COSTA
Astronomia no Zênite
O Universo é tudo para nós


O ASPECTO DA LUA SE MODIFICA DIARIAMENTE. Mas isso se deve tão somente a posição relativa da Lua, Terra e Sol. A cada dia o Sol ilumina a Lua sob um ângulo diferente, à medida que ela se desloca em torno da Terra. Um ciclo completo leva 29 dias e meio e se chama mês lunar, lunação, revolução sinódica ou ainda período sinódico da Lua.


Uma dada fases da Lua representa um ângulo cujo vértice está na Terra, entre Lua e Sol. Mas como a Lua se move, esse ângulo muda constantemente. Assim, rigorosamente falando, a cada instante temos uma fase da Lua diferente. A Lua, na verdade, tem infinitas fases!


Em cada dia da lunação enxergamos a Lua um pouco diferente e assim podemos imaginar cerca de 30 diferentes fases da Lua – mas isso ainda não é o bastante (veja o quadro “Ponto chave”).

Porém, na prática, geralmente apenas quatro fases lunares recebem denominações especiais: são as luas crescente, cheia, minguante e nova.

Entre duas fases iguais (duas luas novas, por exemplo) passam-se 29,5 dias. Portanto, em 1 ano temos 12,4 ciclos lunares completos. Isto significa que uma mesma fase pode acontecer no mínimo 12 e no máximo 13 vezes num único ano.



REPRESENTAÇÃO SIMPLIFICADA DAS FASES DA LUA
O movimento da Lua acompanha a numeração. Em 1: nova, 3: crescente, 5: cheia e 7: minguante. As fases representadas pelos números 4 e 6 podem ser chamadas de crescente e minguante giboso, respectivamente. Neste diagrama, Terra e Lua não estão em escala e a órbita lunar é vista como se estivéssemos sobre o pólo norte terrestre.





Em que fase estamos?
AS FASES CRESCENTE, CHEIA, MINGUANTE E NOVA não duram uma semana, como sugerem alguns calendários. Na verdade elas acontecem apenas num certo dia do mês e em instantes críticos que correspondem a situações geométricas muito bem definidas na posição relativa entre Sol, Terra e Lua.



Fases da Lua - Novembro de 2010
Lua Nova dia 6 à 01h53min Lua Crescente dia 13 às 13h40min
Lua Cheia dia 21 às 14h29min Lua Minguante dia 28 às 17h38min

Horários referidos ao fuso -3 (Brasília).



No caso dos “quatros” (crescente e minguante), um observador vê a metade do disco lunar iluminado. Ou, em outras palavras, a metade do hemisfério lunar voltado para a Terra – o que por sua vez corresponde a 1/4 da superfície lunar iluminada, daí o termo.

Quando é Lua Cheia vemos o disco lunar 100% iluminado. Quando é Lua Nova não a vemos, pois não há luz solar refletida (0% de iluminação). Nos demais dias do mês a Lua não é cheia e nem nova. Ela pode estar crescendo ou minguando, mas enquanto não chegar o momento, ainda não será quarto-crescente nem quarto-minguante.

Caracterizando as 4 principais fases
UMA MESMA FASE LUNAR OCORRE PARA O MUNDO TODO, não importa a localização do observador. Porém, elas não são vistas da mesma forma. No hemisfério Norte o aspecto da Lua é invertido em relação ao visto por um observador no hemisfério Sul.

Você pode alternar entre essas visões no recurso A Lua agora, no início desta página. A seguir, mais explicações sobre o que caracteriza cada uma das quatro principais fases da Lua.

Nova
É quando o hemisfério lunar voltado para a Terra não reflete nenhuma luz do Sol. Dizemos também que a Lua está em conjunção com o Sol. A Lua Nova só é visível durante os eclipses do Sol que, aliás, só acontecem quando é Lua Nova. Nessa fase, o ângulo entre Sol, Terra e Lua é praticamente zero. A Lua Nova nasce por volta das seis horas da manhã e se põe às seis da tarde. Ou seja, ela transita pelo céu durante o dia.

Crescente
Cerca de sete dias e meio depois da Lua Nova, a Lua deslocou-se 90° em relação ao Sol e está na quadratura ou primeiro quarto. É o quarto-crescente. A Lua nasce aproximadamente ao meio-dia e se põe à meia-noite. Seu aspecto é o de um semicírculo voltado para o Oeste. Vista do hemisfério Sul, a aparência do quarto-crescente lembra a letra “C”, de crescente. Mas no hemisfério Norte, ao contrário, a Lua crescente se parece um “D”.

Cheia
Passados 15 dias da Lua Nova, dizemos que a Lua está em oposição ao Sol. É Lua Cheia. Os raios solares incidem verticalmente sobre o nosso único satélite natural, iluminando 100% do hemisfério voltado para a Terra. O ângulo Sol-Terra-Lua agora é de 180 graus. Lua e Sol estão em lados diametralmente opostos do céu.

Curiosamente, essa é a pior ocasião para observar a Lua ao telescópio, pois a luz do Sol que incide sobre o satélite quase não produz sombra, o que dificulta o reconhecimento de crateras e outros acidentes do terreno. A Lua Cheia é visível durante toda a noite, nascendo por volta das dezoito horas e se pondo às seis da manhã. Somente numa noite de Lua Cheia pode acontecer um eclipse lunar.

Minguante
Uma nova quadratura surge quando a diferença angular é de 270°. Neste dia, o aspecto da Lua é de um semicírculo voltado para o Leste. A Lua nasce à meia-noite e se põe ao meio-dia, aproximadamente. O quarto-minguante é também conhecido como quarto-decrescente e, visto do hemisfério Sul, a Lua realmente lembra uma letra “D” (de decrescente).

Em qualquer fase intermediária podemos imaginar o lado iluminado da Lua como sendo um grande arco. A flecha dele disparada irá sempre atingir o Sol, indicando sua direção, mesmo que o astro-rei não esteja mais acima do horizonte.



Representando corretamente
EMBORA ESSE ARTIFÍCIO DA FLECHA SEJA ÚTIL para encontrar o Sol, é importante lembrar que nos quartos crescente e minguante a Lua jamais assume a forma de um arco ou foice. Essas fases devem ser mostradas como semicírculos.



Calendário lunares
COM O RECURSO ABAIXO é possível obter calendários lunares para anos passados ou futuros. Basta preencher o ano desejado e clicar no botão. Esses calendários estão pré-configurados para o fuso horário de Brasília (UTC-3 horas), sendo gerados pelo Anuário Interativo do Observatório Nacional, sob responsabilidade do Dr. João Luiz Kohl Moreira, da Coordenação de Astronomia e Astrofísica.

Ano:

Lua, com inicial maiúscula é substantivo próprio, o nome do nosso único satélite natural. Com inicial minúscula é substantivo comum, sinônimo de satélite natural. A nossa lua chama-se Lua, enquanto as luas de outros mundos recebem outros nomes.


Lado oculto
EXISTE UMA SINCRONIA entre os movimentos de rotação e revolução da Lua. Por causa disso, ela mantém sempre a mesma face voltada para a Terra. Não podemos observar plenamente o outro lado, que por isso recebe o nome de “lado oculto”.

Já o “lado escuro” (onde é noite) varia, do mesmo modo que na Terra. A Lua gira sobre si mesma, só que demora tanto tempo quanto para circular a Terra. Por isso os dias e noites na Lua duram, cada um, cerca de 14 dias terrestres.

Quando é Lua Nova a face voltada para nós está no escuro (não recebe luz do Sol), mas o hemisfério oposto – o lado oculto – está 100% iluminado (é dia). Também é fácil perceber que durantes os quartos (crescente e minguante), metade da Lua está de dia, enquanto é noite na outra metade. O mesmo está ocorrendo no lado oculto.


À direita, o lado oculto da Lua, fotografado pela nave Clementine. Repare como ele é mais craterizado que a face visível (à esquerda). Graças a um movimento chamado libração, a Lua executa um "bamboleio" que nos permite ver até 9% do lado oculto.





Perigeu e apogeu
A ÓRBITA DA LUA NÃO É CIRCULAR. O astrônomo alemão Johannes Kepler mostrou que os corpos celestes se movem em elipses em volta de outros objetos mais massivos que eles próprios, como estrelas e planetas.

À primeira vista, as elipses se apresentam de formas muito diferentes, podendo ser bastante alongadas (como as órbitas dos cometas) ou quase indistinguíveis de uma circunferência (como a órbita da Terra). Porém, toda órbita elíptica tem um ponto de maior e de menor aproximação com o astro central.

No caso da Lua (ou de qualquer objeto natural ou artificial em órbita da Terra), chamamos a menor distância de perigeu (do grego peri, próximo, e gee, derivado de Terra) e a maior de apogeu.

Esses termos também recebem a denominação apsis; plural apsides. As apsides lunares não têm relação direta com as fases. Porém, ocasionalmente uma Lua Cheia coincide com o perigeu e com isso pode se apresentar até 30% mais brilhante que uma Lua Cheia no apogeu. Também fica significativamente maior [foto ].



A Lua pode ocupar uma certa gama de inclinações orbitais (conforme indicado no diagrama) e ficar mais próxima (menor perigeu em 356.375 quilômetros) ou mais afastada (maior apogeu em 406.720 quilômetros). A distância média da Terra à Lua é de 384.401 quilômetros.

Nessa figura a maior parte das órbitas, incluindo a da Estação Espacial Internacional, fica a apenas 1 pixel de distância da Terra. É curioso pensar que entre todos os seres humanos apenas 516 estiveram a esse pixel de distância. São os astronautas. Dentre eles, apenas 24 foram tão longe quanto a distância da Lua. Foram os tripulantes de oito missões Apollo.





Onde estão as estrelas? Na foto, ainda não é noite de Lua Cheia, mas assim mesmo o luar já prejudica a visão do céu noturno sobre observatórios no Havaí.



O luar
ALBEDO É UM VALOR APROXIMADAMENTE FIXO que indica o quanto a superfície de um corpo celeste sem luz própria é capaz de refletir a luz que nele incide.

O albedo da Lua Cheia, o luar, vale cerca de 0,07. É o mesmo que dizer que o satélite reflete 7% da luz do Sol.

Em comparação, vista da Lua, a “Terra cheia” reflete 39% (albedo 0,39). É que a superfície do nosso planeta quando vista da Lua é cerca de 13 vezes maior que a Lua Cheia vista da Terra.

Além disso, os mares, desertos e principalmente as nuvens acabam resultando num albedo muito maior do que o lunar.

Mesmo assim a luz do luar é intensa o bastante para prejudicar à visão de outros corpos celestes e por isso recomenda-se observar objetos pouco luminosos (como nebulosas, aglomerados ou chuvas de meteoros) nos horários em que a Lua não está acima do horizonte.



Luz cinérea
HÁ ALGO DE MISTERIOSO NA LUA. Um fenômeno que acontece próximo da Lua Nova. Uma claridade tênue, porém marcante, ilumina o lado do satélite que deveria estar no escuro. Esse brilho fantasmagórico dura poucas noites e desaparece quase sem deixar lembranças.


O brilho de Da Vinci. Foi Leonardo quem propôs, em 1510, a primeira explicação satisfatória sobre a misteriosa luz cinzenta da Lua.



É a luz cinérea (ou luz cinzenta). Por milhares de anos ela intrigou a humanidade, até que um artista italiano de múltiplas habilidades propôs uma explicação para o fenômeno.

A luz cinérea acontece poucos dias antes e depois da Lua Nova, quando a maior parte do hemisfério noturno da Lua está voltado para nós. Como a Terra reflete muito mais luz que a Lua acaba iluminando o satélite por reflexão. E embora essa luz seja muito mais fraca que a solar, a porção escura da Lua acaba se tornando visível por contraste.

A luz cinérea faz três percursos até chegar aos nossos olhos. Primeiro, ela sai do Sol e vem iluminar a Terra; depois é refletida pela Terra e vai iluminar a face noturna da Lua. Em seguida parte da Lua novamente em direção ao nosso mundo, chegando até você, que está observando o satélite.

Além disso, ela pode variar de intensidade. Quanto mais nuvens envolverem a Terra, maior será a quantidade de luz refletida para a Lua e de volta para nós. Por isso existe relação entre as condições meteorológicas terrestres e a luz cinérea.



Blue Moon e idade da Lua
NOS PAÍSES DE LÍNGUA INGLESA costuma-se chamar a segunda Lua Cheia que ocorre num mês de Blue Moon (Lua Azul). O termo vem de uma antiga história popular e a Lua não fica azul de fato.

Mais comum é a convenção sobre a “idade da Lua”. Ao contrário do que ela sugere, não se trata do tempo desde que a Lua se formou, mas da quantidade de dias desde a última Lua Nova (sempre variando de zero a 29).

A seguir fornecemos uma calculadora através da qual você pode calcular a idade da lua em certa data, além de outras informações interessantes.


Ano:
Mês:
Dia:
Idade da Lua: dias
Aparência:
Distância: raios terrestres
A Lua está em:



« Espaçonave Terra

ESTAÇऔ II

Em qual estação do ano estou?


Estação do ano é uma das quatro subdivisões do ano baseadas em padrões climáticos. São elas: Primavera, Verão, Outono, Inverno.

Inicialmente o ano era dividido em duas partes: o período quente e o período frio.

Posteriormente, para ajustar as estações à posição exata dos equinócios e solstícios, as correlacionando com a influência da translação associada à mudança no eixo de inclinação da Terra, se convencionou, no Ocidente, dividir o ano em somente quatro estações. Vale à pena lembrar que certas culturas ainda dividem o ano em cinco estações, como a China. Países como a Índia dividem o ano em apenas três estações: uma estação quente, uma estação fria e uma estação chuvosa. Já no continente Africano, países como Angola só têm duas estações, a das chuvas, quente e úmida, e o cacimbo, seca e ligeiramente mais fresca, principalmente à noite.

Como o Brasil está (quase totalmente) no hemisfério sul, a primavera inicia-se em setembro, o verão em dezembro, o outono em março e o inverno em junho. Entretanto, as quatro estações propriamente ditas só existem de fato na Região Sul, nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, e nas regiões serranas de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, que ocupam pouco mais de 15% do território. Na Amazônia não há variação significativa de temperatura e pluviosidade durante o ano todo, por isso na prática não há estações do ano. Nas demais regiões, existem apenas duas estações: a estação chuvosa e a estação seca.

Mas para efeito da moda o Brasil se divide em duas estações primavera-verão, outono-inverno.

E temos como base as datas aproximadas para:
· Dia 21 de setembro – Início da primavera
· Dia 21 de dezembro – Início do verão


· Dia 21 de março – Início do outono
· Dia 21 de junho – Início do inverno

Datas exatas no Brasil
OUTONO INVERNO PRIMAVERA VERÃO
MARÇO JUNHO SETEMBRO DEZEMBRO
Dia/Hora/Minuto D/H/M D/H/M D/H/M

2010 20 14 32 21 08 28 23 00 09 21 20 38
2011 20 20 21 21 14 16 23 06 04 22 02 30
2012 20 02 14 20 20 09 22 11 49 21 08 11
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Estação do ano é uma das quatro subdivisões do ano baseadas em padrões climáticos. São elas: Primavera, Verão, Outono, Inverno.

Inicialmente o ano era dividido em duas partes: o período quente e o período frio.

Posteriormente, para ajustar as estações à posição exata dos equinócios e solstícios, as correlacionando com a influência da translação associada à mudança no eixo de inclinação da Terra, se convencionou, no Ocidente, dividir o ano em somente quatro estações. Vale à pena lembrar que certas culturas ainda dividem o ano em cinco estações, como a China. Países como a Índia dividem o ano em apenas três estações: uma estação quente, uma estação fria e uma estação chuvosa. Já no continente Africano, países como Angola só têm duas estações, a das chuvas, quente e úmida, e o cacimbo, seca e ligeiramente mais fresca, principalmente à noite.

Como o Brasil está (quase totalmente) no hemisfério sul, a primavera inicia-se em setembro, o verão em dezembro, o outono em março e o inverno em junho. Entretanto, as quatro estações propriamente ditas só existem de fato na Região Sul, nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, e nas regiões serranas de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, que ocupam pouco mais de 15% do território. Na Amazônia não há variação significativa de temperatura e pluviosidade durante o ano todo, por isso na prática não há estações do ano. Nas demais regiões, existem apenas duas estações: a estação chuvosa e a estação seca.

Mas para efeito da moda o Brasil se divide em duas estações primavera-verão, outono-inverno.

E temos como base as datas aproximadas para:
· Dia 21 de setembro – Início da primavera
· Dia 21 de dezembro – Início do verão


· Dia 21 de março – Início do outono
· Dia 21 de junho – Início do inverno

Datas exatas no Brasil
OUTONO INVERNO PRIMAVERA VERÃO
MARÇO JUNHO SETEMBRO DEZEMBRO
Dia/Hora/Minuto D/H/M D/H/M D/H/M

2010 20 14 32 21 08 28 23 00 09 21 20 38
2011 20 20 21 21 14 16 23 06 04 22 02 30
2012 20 02 14 20 20 09 22 11 49 21 08 11
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ESTAÇOESDOANO

Introdução

Em nosso planeta existem quatro diferentes períodos no decorrer do ano, a estes, chamamos de estações do ano.

As quatro estações

No mês de dezembro, o Pólo Norte fica mais distante do Sol. Esta é a época em que os países localizados na metade norte do mundo, enfrentam sua estação mais fria, o inverno. Nesta época os dias são mais curtos e bem mais frios.

Neste mesmo mês é verão nos países localizadas na metade sul do mundo, como, por exemplo, o Brasil. Nesta época do ano o hemisfério sul, recebe os raios solares mais abundantemente e seus dias são mais longos.

No mês de março, o hemisfério norte ainda está mais afastado do Sol em relação ao hemisfério sul, que ainda está mais próximo. Contudo, aos poucos, a situação vai sendo invertida.

Então, os dias passam a ser mais longos na porção norte e mais curtos na porção sul. Este é o período em que chega a primavera na Europa e o outono na América do Sul.

No mês de junho acontecem com as regiões antárticas, a América do Sul, a Austrália e outras áreas da metade sul do mundo, o mesmo que se passou em dezembro com as regiões do hemisfério norte. Estas passam por um período mais frio e com dias mais curtos. Enquanto há verão no hemisfério norte, o hemisfério sul enfrenta seu inverno.

A parte sul finalmente começa a esquentar no mês de setembro, época em que seus dias vão se tornando mais longos. Nesta época já é primavera e as árvores florescem e as flores cobrem e embelezam muitas regiões. Já a parte norte dá suas boas vindas ao outono, período em que a temperatura começa a cair e seus dias, aos poucos, vão ficando mais curtos.

No caso das regiões polares (Pólo Norte e Pólo Sul), estas possuem somente duas estações no ano: o inverno e o verão.

domingo, 28 de novembro de 2010

FINALVERSOS

Campina Grande”
* Gilvan Meireles
Desenvolvimento rima
Com progresso e educação
Na cidade de Campina
Também com preservação
Com Ronaldo Cunha Lima
Poema, trova e canção

Com Turismo Cultural
Do mundo, o maior São João
Com frevo, com carnaval
Nas ruas, xote e baião
Do forró é capital
Elba, Amazan, Gonzagão

Rainha da Borborema
No palco da realeza
Nesta festa que é suprema
Dança rei, dança nobreza
Integração é o lema
Todo o povo com certeza

No Parque do Povo tem
A comida nordestina
Pamonha, milho, xerém
Canjica, muita menina
Dançando no xem-em-em
O chamego que fascina

A noite se descortina
Num cenário de beleza
Ao som de uma concertina
Multidão faz correnteza
O arraial de Campina
É Grande por natureza.

* Poeta Ambientalista,
Escritor dos Livros “A Vida – Magnífico Projeto e
Ecopoético”
Fone: (83) 9308-6955

VERSINHOS

Bóia Fria
* Gilvan Meireles

Eu vim lá do meu sertão
Terra de cabra-da-peste
Das quebradas do Nordeste
De Silvino e Lampeão

Da poesia e da canção
Do aboio e vaqueijada
Da estrada das boiadas
De gente de pé-no-chão

Pois a sêca do sertão
Que a todos nós engana
Me trouxe ao corte-de-cana
Pra sofrer humilhação

Sofrimento, exploração
Ganho mal dá prá comer
Em São Paulo merecer
Regime de escravidão

Dormindo no frio chão
Lembrando da minha amada
Caminhando aquela estrada
Dói dentro do coração

Vou voltar ao meu sertão
Não vou mais sair de lá
Vou plantar, quero dançar
Xote, forró e baião.

* Poeta Ambientalista (In Memorian).

VERSOS

Cidade Verde
Gilvan Meireles
Paraíba, João Pessoa
De beleza sem igual
Mata Verde, terra boa
Do Extremo Oriental

De jardins a florescer
De céu claro e mar azul
Do mais belo alvorecer
Da América do Sul

Cabo Branco contemplar
Quando a luz do sol clareia
As bravas ondas do mar
Que se desfazem na areia

É a mais verde cidade
Deste imenso Brasil
Tem a hospitalidade
Do nordeste varonil

Não esquecerei jamais
De Tambaú, da Lagoa
Das acácias, palmeirais
Do verde de João Pessoa.

VERSOS

Rio São Francisco

* Gilvan Meireles


Lá da Serra da Canastra
Sai o veio principal
Em correnteza se arrasta
Desce do Brasil Central

Chamado de “Opará”
Pela nativa-nação
Rio grande, rio mar
Fonte de alimentação

Foi lançada sua sorte
Na primeira invasão
Foi caminho para a morte
Saque, fome, escravidão

O invasor europeu
Quebrou sua paz suprema
Que a natureza lhe deu
O seu belo ecossistema

Às margens, gado, pomares
Do tal desenvolvimento
Cortam matas ciliares
Causam assoreamento

Velho Chico, sofrimento
Cerrados, devastação
Esgoto, desmatamento
Canal de poluição
Nas águas, vida e morte
Extinção, reprodução
Qual será a nossa sorte
Nesta triste turvação?

É o nordeste irrigar
Revestir de verde o chão
Fome e sede saciar
Com sua integração

Faz os campos florescer
Semi-árido sertão
Pra vida sobreviver
Provendo a água e o pão

Levando ao mar a impureza
Da nossa acomodação
Na força da correnteza
Num grito de apelação.



*Poeta Ambientalista
Contatos: (88) 8825-0424

SERTAOPOESIA

“Dá Tristeza e Dá Prazer”
*Héber Meireles
Sem chuva, qual o destino?
Não se tem o que fazer
Povo sofre, bicho morre
Não há nem o que comer
O sertão do nordestino
Dá tristeza e dá prazer

Quando chove é diferente
Os olhos têm o que ver
Violeiro faz repente
Dá vontade de viver
O sertão do nordestino
Dá tristeza e dá prazer

Quando há seca no sertão
Falta água pra beber
Se enruguece todo chão
Sofro até para dizer
O sertão do nordestino
Dá tristeza e dá prazer

No inverno é diferente
Milho verde a valer
O velho fica contente
Vai pra roça se entreter
O sertão do nordestino
Dá tristeza e dá prazer

Até sapo se alegra
Cavalo volta a correr
Passarinho faz seu ninho
Canta no amanhecer
O sertão do nordestino
Dá tristeza e dá prazer

Quando fui a Juazeiro
Me inspirei para fazer
Foi bonito o que vi
Comecei a escrever
O sertão do nordestino
Dá tristeza e dá prazer

Quando estava retornando
Comecei entristecer
Vi criança trabalhando
Pra poder sobreviver
O sertão do nordestino
Dá tristeza e dá prazer

Ao chegar a Cajazeiras
Foi que pude perceber
O que eu havia feito
Em poesia descrever
Que o sertão do nordestino
Dá tristeza e dá prazer.

VERSOSFORTES

Héber, Resgate Dum Artista
Wesley e Fabiano
31/07/09

Não havendo mais a pista
É paixão desencontrada
Quando finda a conquista
Não tem mais a namorada
Resgatando um artista
É cultura retornada

S’tando alguém tão esquecido
Que se sente “quase nada”
Já está quase vencido
Antes mesmo da jogada
Resgatando um artista
É cultura retornada

Pra viver nesse país
Prosseguir nessa jornada
Respeitar “algum” Juiz
Que ganha mais não faz nada
Resgatando um artista
É cultura retornada

Mesmo assim ir convivendo
Com quadrilha organizada
E polícia escondida
Com medo d’uma granada
Resgatando um artista
É cultura retornada

Reverter..., só com lingüista
Que transforma em artista
Quem está escanteada,
Recriar aquela pista
Resgatando um artista
É cultura retornada.

POESIAS

Prezada Xuxa,
Levamos ao vosso conhecimento o grandioso prazer de incluir no nosso projeto de educação ambiental o poema Rede Globo que faz referência ao seu nome.
O Livro “A Vida – Magnífico Projeto” de minha autoria focaliza as belezas naturais, históricas e culturais do Brasil, país campeão mundial em biodiversidade.


Rede Globo
* Gilvan Meireles

Promove a educação
Nas mais diversas maneiras
Globo de Televisão
No espaço sem fronteiras

Pela comunicação
Divulga conhecimento
Provê capacitação
Para o desenvolvimento

Jô Soares, Sérgio, “Ação,”
Com Xuxa, divertimento
Do baixinho a emoção
No mundo do encantamento

Ensinando a nação
Ciência, biologia
Na conscientização
No Globo Ecologia

Instruindo o cidadão
Patrimônio cultural
Visando a preservação
Programa Globo Rural

O Jornal Nacional
Informa com precisão
Jornalismo imparcial
Torre de observação

Global, realização
Perícia de um passarinho
No projeto Fundação
Dr. Roberto Marinho


Comunicando emoção
Num poema magistral
A mais sublime expressão
Do seu Poeta-Imortal

Rede de Televisão
Com elenco sem igual
Fantástico, Domingão
Equipe sensacional.

* Poeta Ambientalista
Ocupante da Cadeira 37 da Academia Paraíba de Poesia
Autor dos livros: “A Vida – Magnífico projeto” e Ecopoético.
“Ecopoético”.

R I O D E J A N E I R O

I

Seu encanto é natural
No verde despenhadeiro
De floresta tropical
Brasil, Rio de Janeiro

II

Baías e enseadas
Mar e céu azul de anil
Picos, vales e chapadas
No coração do Brasil

III

Contrastando a paisagem
Tem muralhas de concreto
Alterando sua imagem
A cada novo projeto

IV

Ofuscando sua beleza
Um gigantesco animal
Agride a natureza
Com injustiça social

V

Que a brisa possa soprar
Que o rio possa correr
Sol de paz volte a brilhar
Rio, novo amanhecer.

AGRADEÇO

AGRADEÇO AO FILHO DO POETA GILVAM MEIRELES QUE NOS CEDEU SUAS POESIAS CDS E IMAGENS SOBRE SEUS PROJETOS DE POESIAS MEIO AMBIENTE ELE INFELIZMENTE NAO FOI RECONHECIDO PELA A ATUAL ADMINSTRAÇAO DO PREFEITO DR LEO ABREU QUE POR SER UM MEDICO E MUITO ATRAZADO MUITO LENTO SUA EQUIPE MUITA FRACA NAO APROVEITA OS TALENTOS DA CULTURA DE CAJAZEIRAS PB PENSE NUM PREFEITO POBRE DE ESPIRITO TENS UNS SECRETARIOS METIDOS A DITADORES E RADICAIS OS MESMOS QUE DERROTARAM CHICO ROLIM NA EPOCA DE PREFEITO DESTA CIDADE MANDAVAM MAIS QUE O PREFEITO DA EPOCA HOJE ACONTECE A MESMA COISA O PREFEITO TEM VONTADE E SIMPLES HUMILDE NAO ATACA NINGUEM NAO PERSEGUE AGORA E UM TOLO PORQUE ENTREGOU A PREFEITURA AOS SEUS SECRETARIOS E CADA UM FAZ A SUA FORMA E ELE APROVA SO QUE A MAIORIA DELES COMO ASSESSORES NAO TEM VISAO DE POVO DE POPULARIDADE E PRINCIPALMENTE INVESTIR NA CULTURA INFELIZMENTE ESTAMOS LIMITADOS A DESENVOLVERMOS NOSSOS PROJETOS CULTURAIS APENAS PELA A SANTA BOA VONTADE DO COMERCIO E AI FOI ONDE O GILVAM MEIRELES O GRANDE POETA DAS COMUNICAÇOES NAO FOI VISTO INFELIZMENTE NOS O PERDEMOS PREMATURAMENTE ELE SE SUICIDOU NOS DEIXOU UMA GRANDE FALTA EM NOSSOS MEIOS DE DEBATES E DISCUSSOES DE INTERESSE DESTA CIDADE E REGIAO MAS QUE DEUS DER A ELE UM BOM LUGAR NOS VAMOS PUBLICAR EM NOSSA REVISTA CAJAZEIRAS TODOS OS TRABALHOS DO POETA GILVAM MEIRELES TOCAR SUAS MUSICAS E POESIAS EM TODAS AS VINTE E TRES EMISSORAS DE RADIO QUE CHICO DO RADIO PARTICIPA E DE FORMA QUE A SEU FILHO HOJE FUNCIONARIO DO CARTORIO ELEITORAL DE CAJAZEIRAS GENTILMENTE E COM CARINHO NOS ENTREGOU O MATERIAL DE POESIAS DO SEU PAI GILVAM MEIRELES E ESTAMOS EXPONDO AQUI EM NOSSOS BLOGS TEMOS MUITA COISA A APRESENTAR PORQUE SERESTAS VERSOS SONETOS ATE UM LIVRO TODO EM INGLES FOI IMPRESSO PELO O SAUDOSO GILVAM MEIRELES E VOCES VAO VER AQUI EM BREVE ESTES VERSOS EM INGES E TRADUZIDOS EM PORTUGUES AGUARDEM FOI UM GRANDE COLABORADOR DA CULTURA DE CAJAZEIRAS AQUI NOSSA HOMENAGEM ESPEICIAL PRA ELE E TODA A SUA FAMILIA MEIRELES

´POESIA4

“O Poeta das Comunicações”

Homenagem poética ao Jornalista e Humanista, Dr. Roberto Marinho, criador do Sistema Globo, “O Poeta das Comunicações”, imortal da Academia Brasileira de Letras.
I * Gilvan Meireles
Hábil na execução
Perita de um passarinho
Que constrói com perfeição
O projeto do seu ninho
II
Trabalho, dedicação
Amor e muito carinho
Na sua edificação
Doutor Roberto Marinho
III
Promove a educação
Nas mais diversas maneiras
Globo de Televisão
No espaço sem fronteiras
IV
Pela comunicação
Divulga conhecimento
Provê capacitação
Para o desenvolvimento
V
No social tem Ação
Planeta, divertimento
Do baixinho, a emoção
No mundo do encantamento
VI
Ensinando a nação
Ciência, biologia
Na conscientização
Do Globo Ecologia
VII
Instruindo o cidadão
Patrimônio cultural
Visando a preservação
Programa Globo Rural
VIII
O Jornal Nacional
Informa com precisão
Jornalismo imparcial
Torre de observação
IX
Rede de Televisão
Com elenco sem igual
Fantástico, Domingão
Equipe sensacional
X
Fez-se Nobre Cidadão
Na cultura investiu
Na arte, na educação
Patrimônio do Brasil.


* -Poeta Ambientalista, ocupante da Cadeira nº. 37 da Academia Paraibana de Poesia; -Fundador da ONG – ASNEA – Assoc. Natural de Educação Ambiental; -Autor do CD “ECOPOÉTICO”, com poesias e músicas ecológicas, produzidas a base de pesquisas nos programas da Rede Globo, tais como Globo Repórter, Globo Ecologia, Globo Rural e Fantástico.

E-mail: ecopoetico@globo.com
Contatos: Fone/Fax (83) 531-5929 ou End: Trav. Enéas Bezerra nº 24 – Centro – Cajazeiras – PB. Cep. 58900-000.

POESIAIII

Nosso Nordeste


* Gilvan e Héber


A região do Nordeste
Do tempo colonial
Floresta verde reveste
Seus campos, seu litoral
Cana-de-açúcar aparece
No lugar do matagal


Planta morreu
Ave sumiu
Não se investe
No Nordeste do Brasil


O Nordeste regrediu
Era forte no passado
Foi celeiro do Brasil
Com engenho e muito gado
Hoje a floresta extinguiu
Seu povo está flagelado


Discriminado afinal
Não escutam seu lamento
Na questão ambiental
Seca, fome, sofrimento
Do sertão ao litoral
Subdesenvolvimento.

POESIAII

“Corrupção Oficial”
* Héber Meireles

Enquanto há mordomia
Abuso de autoridade
Pobre não tem moradia
É grande a desigualdade
O trabalhador padece
Devido à sociedade

“Brasil Novo” está assim
Mas de novo não tem nada
Está como circo ruim
O espetáculo desagrada
Sua comédia não presta
Termina com palhaçada

Revivesse Lampião
Muita coisa mudaria
Deputado, que é ladrão
Ser castrado temeria
Dizimão ou Mensalão,
O “cabra” devolveria

A Elite da nação
Focaliza ecologia
Mas quer matar o povão
Com tanta demagogia
Toma o dinheiro do povo
E só fala em economia

Pra todos o que convém
É mudar desse canal
Aquele que “mala” tem
É melhor quebrar de pau
No tal F. M. I
Se pôr um ponto final

Prefeitos e Deputados
Ministros e Senadores
Depois que estão colocados
Em níveis superiores
Esquecem que dependeram
De todos seus eleitores

É melhor pensar melhor
Não ligar prata nem cobre
Ter a verdade de cor
E não confiar no nobre
Que usurpa o pão das bocas
Dos filhos do povo pobre.

* Sócio da Academia Paraibana de Poesia;
Presidente da ASNEA.

POESIAS

C A J A Z E I R A S

* Gilvan Meireles

Nossa linda Cajazeiras
Da cultura e do saber
Desde sua fundação
Ensina o sertão a ler
Fez longe suas fronteiras
Agora podemos ver

Sua história nos comove
Dos tempos da escravidão
Nos anos de vinte e Nove
A chama da educação
Brilhou das mãos de um mestre
O educador do sertão

Cajazeiras história faz
Nesta hora de emoção
Cidade de nossos pais
Berço da educação
Agora bem longe vais
Na auto-preservação.

Nesta festa da cidade
De cultura e altivez
Nos lembra a cada ano
Grandezas que aqui se fez
Lembro o poeta Cristiano
Meu professor de francês

Sua história é nosso espelho
Desde o começo ao fim
D. Moisés, Crispim Coelho
Fundador Padre Rolim
Não se esperaria pouco
De tanta cultura assim.

DIREITOIV

Direito de Família

A especialidade da abdo advogados no Direito de Família vem da experiência profissional de nossos advogados especializados, com o contato necessário com o cliente para o acompanhamento efetivo e próspero de sua causa. Possuímos uma equipe de advogados especialistas na área de direito de família, primando pela solução rápida das questões judiciais, com ou sem litígio, visando a integral satisfação do cliente e acima de tudo a garantia do seu direito.

• Ações de separação de corpos;

• Dissolução de união estável consensual;

• Dissolução de união estável litigiosa;

• Separação administrativa;

• Separação consensual;

• Separação litigiosa;

• Divórcio administrativo;

• Divórcio consensual;

• Divórcio litigioso;

• Divórcio direto consensual;

• Divórcio direto litigioso;

• Ação de anulação de casamento;

• Investigação de paternidade;

• Negatória de paternidade;

• Ação de alimentos;

• Execução de alimentos;

• Revisão de alimentos;

• Exoneração de alimentos;

• Ação de regulamentação de visitas;

• Busca e apreensão de menor e/ou idoso;

• Guarda;

• Tutela/curatela;

• Adoção;

• Arrolamento de bens;

• Sequestro;

• Inventários;

• Remoção de inventariante;

• Ações contra o espólio;

• Ação anulatória de testamento;

• Ação de nulidade de partilha;

• Habilitação de herdeiros;

• Inventário negativo;

• Sobrepartilha.
Dra. Estela Maris Borges Franco
estela@abdo.com.br

Graduação: Ciências Jurídicas e Sociais pela Unisinos/RS.

Pós-Graduação: Direito de Família e Sucessões pela PUCRS.

Pós-Graduação: Direito Tributário pelo IBET, INEJ e PUCSP.

Pós-Graduação: Direito Público pela ESMAFE-RS.

DIREITO111

Direito Criminal

O princípio da dignidade da pessoa humana é encarado como fundamento da área de Direito Criminal. Enfrentando, juntamente com o cliente, com celeridade e seriedade, qualquer fase de um processo crime (autor ou réu), visando o justo benefício do cliente. Serviço especializado com profissionais de alta qualidade e experiência direta na área criminal, oportunizando ao cliente uma prestação de serviço focado na sua necessidade. Equipe formada para atender aos mais complexos casos da área penal.

• Habeas corpus;

• Tribunal do Júri;

• Relaxamento de prisão;

• Acompanhamento de inquéritos;

• Pedido de liberdade provisória;

• Defesa em processos penais;

• Acompanhamento pessoal do cliente;

• Defesas efetivas em júri e audiências.

DIREITOII

Direito Civil

Com a complexidade das relações sociais, é indispensável a utilização do meio judicial para sanear os impasses que venham a ocorrer na sociedade de forma justa e segura. Os advogados da abdo advogados estarão ao seu lado para solucionar questões relacionadas ao Direito das relações cíveis.


Defesa dos interesses do cliente nas mais diversas relações jurídicas da área, com vasta experiência em:


• Assessoria a pessoas físicas e jurídicas;

• Negócios jurídicos em geral;

• Ações e defesas envolvendo Representantes Comerciais;

• Defesas em processos administrativos;

• Execuções;

• Direito das Obrigações;

• Pagamento - dação, consignação, novação e compensação de dívidas;

• Dívidas inadimplidas;

• Elaboração de contratos crédito;

• Estipulação em favor de terceiro;

• Contratos em geral;

• Seguros: orientações jurídicas para contratos de seguros;

• Constituição de renda;

• Lei do Inquilinato;

• Cobranças indevidas;

• Gestão de negócios: orientação jurídica pessoal e empresarial;

• Responsabilidade civil;

• Posse e Propriedade;

• Direito do Consumidor;

• Rádios Comunitárias (manutenção do funcionamento);

• Restabelecimento do fornecimento de serviços essenciais em caso de corte/suspensão (água, luz);

• Ações envolvendo a necessidade de uso de medicamentos;

• Ações envolvendo negativas na concessão de procedimentos médicos e cirúrgicos pelos planos de saúde, incluindo casos de cirurgia de redução do estômago;

• Ações e Defesas em execuções envolvendo os contratos de produtores de fumo

DIREITO

Direito Trabalhista

A legislação trabalhista e as garantias constitucionais adquiridas pelos trabalhadores, ao longo dos anos, representam grande consquista para o pólo economicamente mais fraco nas relações jurídicas de Direito do Trabalho. Os trabalhadores, cada vez mais cientes de seus direitos, estão buscando a satisfação de seus créditos e ajuizando demandas junto à justiça do trabalho.

A abdo advogados possui advogados qualificados e especializados em direito do trabalho individual, nos diversos seguimentos, desenvolvendo ações trabalhistas na busca dos direitos violados como:

• Ação de indenização moral e material por acidente de trabalho;

• Assédio Moral;

• Danos morais por perda de uma chance;

• Declaração de vínculo de emprego para trabalhador eventual, autônomo, representante comercial, entre outros;

• Reconhecimento de garantia de emprego;

• Rescisão indireta.

SANTOS

O Calendário
A Caminhada - Pessoas - Imagens - Fatos



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Os dias
os meses
e os anos:
o Calendário! Todos os calendários se baseiam nos movimentos aparentes dos dois astros mais brilhantes da abóbada celeste, na perspectiva de quem se encontra na Terra - o Sol e a Lua - para determinar as unidades de tempo: dia, mês e ano.
O dia, cuja noção nasceu do contraste entre a luz solar e a escuridão da noite, é o elemento mais antigo e fundamental do calendário. A observação da periodicidade das fases lunares gerou a idéia de mês. E a repetição alternada das estações, que variavam de duas a seis, de acordo com os climas, deu origem ao conceito de ano, estabelecido em função das necessidades da agricultura.
O ano é o período de tempo necessário para que a Terra faça um giro ao redor do Sol - cerca de 365 dias e seis horas. Esse número fracionário exige que se intercale dias periodicamente, a fim de fazer com que os calendários coincidam com as estações. No calendário gregoriano, usado na maior parte do mundo, um ano comum compreende 365 dias, mas a cada quatro anos há um ano de 366 dias - o chamado ano bissexto, em que o mês de fevereiro passa a ter 29 dias. São bissextos os anos cujo milésimo é divisível por quatro, com exceção dos anos de fim de século cujo milésimo não seja divisível por 400. Assim, por exemplo, o ano de 1.900 não é bissexto, ao contrário do ano 2.000.

Em astronomia, distinguem-se várias espécies de ano, com pequenas diferenças de duração. O ano trópico, também chamado de ano solar ou ano das estações, tem 365 dias, cinco horas, 48 minutos e 46 segundos. Compreende o tempo decorrido entre duas ocorrências sucessivas do equinócio vernal, ou seja, do momento em que o Sol aparentemente cruza o equador celeste na direção norte. Em virtude do fenômeno de precessão dos equinócios - causado por uma pequena oscilação na rotação terrestre - o ano trópico é mais curto que o ano sideral, que tem 365 dias, seis horas, nove minutos e dez segundos, tempo que o Sol leva para voltar ao mesmo ponto, em sua aparente trajetória anual. O ano anomalístico compreende o período de 365 dias, seis horas, 13 minutos e 53 segundos, entre duas passagens da Terra pelo periélio, ponto de sua órbita em que está mais próxima do Sol.

Dada a facilidade de observação das fases lunares, e devido aos cultos religiosos que freqüentemente se associaram a elas, muitas sociedades estruturaram seus calendários de acordo com os movimentos da Lua. O ano lunar, de 12 meses sinódicos, correspondentes aos 12 ciclos da fase lunar, tem cerca de 364 dias. Conforme a escala de tempo seja baseada nos movimentos do Sol, da Lua, ou de ambos, o calendário será respectivamente solar, lunar ou lunissolar.

No calendário gregoriano os anos começam a ser contados a partir do nascimento de Jesus Cristo, em função da data calculada, no ano 525 da era cristã, pelo historiador Dionísio o Pequeno. Todavia, seus cálculos não estavam corretos, pois é mais provável que Jesus Cristo tenha nascido quatro ou cinco anos antes, no ano 749 da fundação de Roma, e não no 753, como sugeriu Dionísio. Para a moderna historiografia, o fundador do cristianismo teria na verdade nascido no ano 4 a.C.




Classificação dos Calendários
Calendário
Sideral

Calendário
Lunar

Calendário
Solar

Calendário
Lunisolar

Dia e Noite
Classificação dos calendários
Em sentido amplo, todo calendário é astronômico, variando apenas seu grau de exatidão matemática. Classificam-se eles em siderais, lunares, solares e lunissolares.
Calendário sideral:
Baseia-se o calendário sideral no retorno periódico de uma estrela ou constelação a determinada posição na configuração celeste. Para o estabelecimento do calendário sideral, há milênios, utilizou-se a observação do nascer ou do ocaso helíaco (ou cósmico) de uma estrela. Além do nascer ou do ocaso real de uma estrela, respectivamente, pelo horizonte leste ou oeste, chama-se nascer ou ocaso helíaco (ou cósmico) a passagem de um astro pelo horizonte oriental ou ocidental no momento do nascer ou do pôr-do-sol, respectivamente. Quando o astro nasce no momento do pôr-do-sol, ou se põe no momento em que o Sol nasce, diz-se que há nascer ou ocaso acrônicos. Nascer helíaco, portanto, é a primeira aparição anual de uma estrela sobre o horizonte oriental, quando surgem os primeiros raios de sol. Para evitar atraso no registro da data do nascer helíaco, os sacerdotes egípcios, que determinavam as estações em função desse fenômeno, eram obrigados a vigílias rigorosas. Algumas tribos do Brasil e da América do Sul serviam-se do nascer helíaco das Plêiades para indicar o início do ano. O primeiro calendário assírio se baseava no nascer helíaco da constelação de Canis Majoris (Cão Maior), cuja estrela principal, Sirius, tinha importante papel em sua mitologia.

Calendário lunar:
A base do calendário lunar é o movimento da Lua em torno da Terra, isto é, o mês lunar sinódico, que é o intervalo de tempo entre duas conjunções da Lua e do Sol. Como a sua duração é de 29 dias 12 horas 44 minutos e 2,8 segundos, o ano lunar (cuja denominação é imprópria) de 12 meses abrangerá 254 dias 8 horas 48 minutos e 36 segundos. Os anos lunares têm que ser regulados periodicamente, para que o início do ano corresponda sempre a uma lua nova. Como uma revolução sinódica da Lua não é igual a um número inteiro de dias, e os meses devem também começar com uma lua nova, esse momento inicial não se dá sempre numa mesma hora. Por sua vez, na antiguidade, e mesmo depois, houve freqüentes erros de observação desse início.
Para que os meses compreendessem números inteiros de dias, convencionou-se, desde cedo, o emprego de meses alternados de 29 e 30 dias. Mas como o mês lunar médio resultante é de 29 dias e 12 horas, isto é mais curto 44 minutos e 2,8 segundos do que o sinódico, adicionou-se, a partir de certo tempo, um dia a cada trinta meses, com a finalidade de evitar uma derivação das fases lunares. Por outro lado, como o ano lunar era de 354 dias, observou-se que havia uma defasagem rápida entre o início do mesmo e o das estações. Procurou-se eliminar essa diferença, intercalando-se periodicamente um mês complementar, o que originou os anos lunissolares.
O calendário lunar surgiu entre os povos de vida essencialmente nômade ou pastoril, e os babilônicos foram os primeiros, na antiguidade, a utilizá-lo. Os hebreus, gregos e romanos também dele se serviram. O calendário muçulmano é o único puramente lunar ainda em uso. Com Júlio César, Roma adotou um calendário solar que predominou entre as populações agrícolas.

Calendário solar:
Os egípcios foram o primeiro povo a usar o calendário solar, embora os seus 12 meses, de trinta dias, fossem de origem lunar. O calendário instituído em Roma, por Júlio César, reformado mais tarde pelo papa Gregório XIII e atualmente adotado por quase todos os povos, é do tipo solar, e suas origens remontam ao Egito.
O calendário solar segue unicamente o curso aparente do Sol, fazendo coincidir, com maior ou menor precisão, o ano solar com o civil, de forma que as estações recaiam todos os anos nas mesmas datas.

Calendário lunissolar:
Baseia-se o calendário lunissolar no mês lunar, mas procura fazer concordar o ano lunar com o solar, por meio da intercalação periódica de um mês a mais. O mês é determinado em função da revolução sinódica da Lua, fazendo começar o ano com o início da lunação. Para que a entrada das estações se efetue em datas fixas, acrescenta-se um mês suplementar, no fim de certo número de anos, que formam um ciclo. Os babilônicos, chineses, assírios, gregos e hindus utilizaram calendários lunissolares. Atualmente, os judeus - que adotaram o calendário babilônico na época do exílio - e os cristãos se valem desse sistema para determinar a data da Páscoa.

Dia e noite:
Nos calendários lunares e lunissolares o dia tem sempre início com o pôr-do-sol, como ocorre ainda hoje, no calendário judeu e muçulmano. No calendário solar, o dia começa com a saída do Sol, como no antigo Egito. Na Mesopotâmia o dia, para as observações astronômicas, começava à meia-noite, embora o calendário usual partisse do anoitecer. Os chineses e romanos adotaram também a meia-noite para o início do dia, uso que é seguido pelo calendário gregoriano.




Os Calendários
Religiosos
Calendário
Maia

Calendário
Muçulmano

Calendário
Revolucionário
Francês
Calendário maia:
O calendário mais bem elaborado das antigas civilizações pré-colombianas foi o maia, e do qual deriva o calendário asteca. Tanto um como o outro tinham um calendário religioso de 260 dias, com 13 meses de vinte dias; e um calendário solar de 365 dias, constituído por 18 meses de vinte dias e mais cinco dias epagômenos, isto é, que não pertencem a nenhum mês e são acrescentados ao calendário para complementar o ano. Esses cinco dias eram considerados de mau agouro, ou nefastos. Um ciclo de 52 anos solares harmonizava os dois calendários, o religioso e o solar. A cada dois ciclos - 104 anos - iniciava-se um ano venusino, de 584 dias, um ano solar, de 365 dias, um novo ciclo de 52 anos solares e um ano sagrado, de 260 dias. Esse acontecimento era comemorado com grandes festas religiosas.
Calendário hebraico:
Os judeus não adotaram o calendário juliano, em grande parte para que sua Páscoa não coincidisse com a cristã. O ano israelita civil tem 353, 354 ou 355 dias; seus 12 meses são de 29 ou trinta dias. O ano intercalado tem 383, 384 ou 385 dias.
O calendário hebraico introduziu pela primeira vez a semana de sete dias, divisão que seria adotada em calendários posteriores. É possível que sua origem esteja associada ao caráter sagrado do número sete, como ocorre nas sociedades tradicionais, ou que se relacione com a sucessão das fases da lua, já que a semana corresponde aproximadamente à quarta parte do mês lunar.
O calendário hebraico começa a contar o tempo histórico a partir do que os judeus consideram o dia da criação. No calendário gregoriano, tal data corresponde a 7 de outubro de 3761 a.C.

Calendário muçulmano:
A civilização islâmica adotou o calendário lunar. Neste calendário o ano se divide em 12 meses de 29 ou trinta dias, de forma que o ano tem 354 dias. Como o mês sinódico não tem exatamente 29,5 dias, mas 29,5306 dias, é necessário fazer algumas correções para adaptar o ano ao ciclo lunar.
Trinta anos lunares têm aproximadamente 10.631,016 dias. Com anos de 354 dias, trinta anos totalizariam 10.620 dias, e por isso é preciso acrescentar 11 dias a cada trinta anos.
A origem do calendário muçulmano se fixa na Hégira, que comemora a fuga de Maomé, da cidade de Meca para Medina, que coincide com o dia 16 de julho de 622 da era cristã, no calendário gregoriano.

Calendário revolucionário francês:
Um caso muito singular é o do calendário republicano, instituído pela revolução francesa em 1793, e que tinha como data inicial o dia 22 de novembro de 1792, data em que foi instaurada a república. Pretendia substituir o calendário gregoriano e tornar-se universal.
O ano passaria a ter 12 meses de trinta dias, distribuídos em três décadas cada mês. Estas eram numeradas de um a três, e os dias de um a dez, na respectiva década, recebendo nomes de primidi, duodi, tridi, quartidi, quintidi, sextidi, septidi, octidi, nonidi, décadi. Deram-se, depois, às décadas, nomes tirados de plantas, animais e objetos de agricultura.
Dividiu-se o dia em dez horas de cem minutos, e estes com cem segundos de duração. As denominações dos meses inspiraram-se nos sucessivos aspectos das estações do ano na França. Aos 360 dias acrescentavam-se cinco complementares, anualmente e, um sexto a cada quatriênio.
O ano desse calendário revolucionário começou à meia-noite do equinócio verdadeiro do outono, segundo o meridiano de Paris. A eliminação das festas religiosas católicas, dos nomes de santos e, sobretudo, do domingo, insuficientemente compensado pelo décadi, indispôs a população. Teve curta duração e a 1º de janeiro de 1806 (com pouco mais de 13 anos), já no primeiro império napoleônico, foi restabelecido o uso do calendário gregoriano.




Os Calendários
Juliano e
Gregoriano
A Demora na
Adoção do
Calendário
Gregoriano

Os Dias da
Semana
Calendários juliano e gregoriano:
As origens do calendário juliano remontam ao antigo Egito. Foi estabelecido em Roma por Júlio César no ano 46 a.C. (708 da fundação de Roma). Adotou-se um ano solar de 365 dias, dividido em 12 meses de 29, 30 ou 31 dias. A diferença do calendário egípcio está no fato de se introduzirem os anos bissextos de 366 dias a cada quatro anos, de forma que o ano médio era de 365,25 dias. O esquema dos meses foi reformulado posteriormente para que o mês de agosto, assim nomeado em honra ao imperador Augusto, tivesse o mesmo número de dias que o mês de julho, cujo nome é uma homenagem a Julio César.
Como o ano trópico é de 365,2422 dias, com o passar dos anos se registra um adiantamento na data do equinócio da primavera. Caso fosse mantido o calendário juliano, haveria um adiantamento de seis meses no início das estações, num período de 20.200 anos. Para evitar o problema, o Concílio de Trento, reunido em 1563, recomendou ao papa a correção do inconveniente, que alteraria a data da Páscoa, em virtude dos ciclos de concordância das lunações com o ano solar.
Finalmente, em 1582, o papa Gregório XIII, aconselhado por astrônomos, em particular por Luigi Lílio, obteve o acordo dos principais soberanos católicos e, através da bula Inter gravissimas, de 24 de fevereiro, decretou a reforma do calendário, que passou, em sua homenagem, a chamar-se gregoriano, e é o mais perfeito utilizado até hoje.
Mesmo assim, apresenta algumas deficiências. Uma delas é a diferença com o ano trópico, que aliás não é importante para efeitos práticos. Mais relevante é a diferença na duração dos meses (28, 29, 30 ou 31 dias) e o fato de que a semana, que é utilizada quase universalmente como unidade de tempo de trabalho, não esteja integrada nos meses, de tal forma que o número de dias trabalhados durante um mês pode variar entre 24 e 27.
Além disso, nos países cristãos, a data em que se comemora a Páscoa é determinada por critério lunissolar, que pode acarretar variação de dias e conseqüentemente alterar atividades educacionais, comerciais, de turismo etc. Outro inconveniente é o de não existir um ano zero, o que obriga uma operação matemática estranha, para calcular a diferença em anos de um fato ocorrido antes do nascimento de Cristo, em comparação com outro, ocorrido na era cristã. Existem várias propostas para solucionar essas questões, nenhuma delas ainda adotada.
Apesar de representar um avanço, o calendário gregoriano demorou para ser aceito, principalmente em países não-católicos, por motivos sobretudo político-religiosos. Nas nações protestantes da Alemanha, foi adotado no decorrer dos séculos XVII (em poucos casos, antes de 1700) e XVIII (Prússia, 1775); na Dinamarca (incluindo então a Noruega), em 1700; na Suécia (com inclusão da Finlândia), em 1753. Nos cantões protestantes da Suíça, no princípio do século XVIII. Na Inglaterra e suas colônias, entre as quais os futuros Estados Unidos, em 1752. Nos países ortodoxos balcânicos, depois de 1914 (Bulgária, 1916, Romênia e Iugoslávia, 1919; Grécia, 1924). Na União Soviética, em 1918. Na Turquia, em 1927. No Egito, já havia sido adotado para efeitos civis desde 1873, mesma data em que foi aceito no Japão. Na China foi aceito em 1912, para vigorar simultaneamente com o calendário tradicional chinês, até 1928. No Brasil, então colônia de Portugal, que na época estava sob domínio da Espanha, o calendário gregoriano entrou em uso em 1582.

Os dias da semana:
No Império Romano, a astrologia acabou introduzindo, no uso popular, a semana de sete dias (septimana, isto é, sete manhãs, de origem babilônica). Os nomes orientais foram substituídos pelos latinos, do Sol, da Lua e de deuses equiparados aos babilônicos. Por influência romana, os povos germânicos adotaram a semana, substituindo, por sua vez, os nomes das divindades latinas por aqueles das suas, com que mais se assemelhavam, exceção feita de Saturno, cujo nome se limitaram a adaptar.
Com o cristianismo, o nome do dia do Sol passou de Solis dies a Dominica (dia do Senhor, Dominus) e o Saturni dies (dia de Saturno) foi substituído por Sabbatum, dia do descanso (santificado). As línguas romanas, com exceção do português, conservaram as formas derivadas dos antigos nomes latinos, com essas alterações.
O português adotou integralmente a nomenclatura hebdomadária do latim litúrgico cristão, que designou os dias compreendidos entre o domingo e o sábado por sua sucessão ordinal depois do primeiro dia da semana.
No grego moderno prevaleceu prática semelhante. Em várias línguas germânicas, a cristinianização dos respectivos povos acarretou a substituição do dia de Saturno pelo de véspera do domingo (Sonnabend ou Samstag, alemão) ou, ainda, dia do Senhor (Lördag, sueco).
O domingo conservou o nome de dia do Sol. Em algumas línguas germânicas, o antigo dia de Odin tornou-se o de meio da semana (Mittwoch, alemão), que corresponde à quarta-feira.
Os similares germânicos de Marte, Mercúrio, Jove (Júpiter) e Vênus eram, respectivamente, Ziu ou Tiwaz ou Tyr; Wodan ou Odin; Thor ou Donar; Frija ou Frigg ou Freya.

MESESANO

A divisão do tempo
Os dias da semana o dia
Segunda-feira é o segundo dia da semana.
Terça-feira é o terceiro dia da semana.
Quarta-feira é o quarto dia da semana.
Quinta-feira é o quinto dia da semana.
Sexta-feira é o sexto dia da semana.
Sábado é o sétimo dia da semana.
Domingo é o primeiro dia da semana.

Numa semana há sete dias.

Os meses do ano o mês
Janeiro é o primeiro mês do ano.
Fevereiro é o segundo mês do ano.
Março é o terceiro mês do ano.
Abril é o quarto mês do ano.
Maio é o quinto mês do ano.
Junho é o sexto mês do ano.
Julho é o sétimo mês do ano.
Agosto é o oitavo mês do ano.
Setembro é o nono mês do ano.
Outubro é o décimo mês do ano.
Novembro é o décimo-primeiro mês do ano.
Dezembro é o décimo-segundo mês do ano.

Num ano há doze meses.

Números ordinais e cardinais
Numerais cardinais



0 = zero
1 = um, uma
2 = dois, duas
3 = três
4 = quatro
5 = cinco
6 = seis
7 = sete
8 = oito
9 = nove
10 = dez
11 = onze
12 = doze

Numerais ordinais

EFEMERIDES

Essa área contém efemérides que podem ser impressas em formato Acrobat PDF. Este formato permite que se visualizaem e imprimam efemérides com excelente qualidade. Cada arquivo de efeméride corresponde a um ano e são impressas em seis páginas, com dois ou mais meses por página. Além dos planetas regulares, a efeméride contém o asteróide Chiron o cálculo matemático para Lilith ou Lua Negra.
Os arquivos de efemérides podem ser descarregados e impressos apenas para uso pessoal. Qualquer distribuição destes arquivos em formato eletrônico ou impresso requer a permissão por escrito de Astrodienst.

Para se ler, visualizar ou imprimir esses arquivos, você necessita o Adobe Acrobat Reader gratis versão 3.0 ou superior.

A seguir, temos os arquivos de efemérides para 6000 anos.
(Alguns arquivos de efemérides pontos médios encontram-se mais abaixo nesta página)
(As efemérides de 22º30 de Karl Weber encontram-se ainda mais abaixo na página)
Os links que aparecem como números contém as efemérides para o ano respectivo; os links 'A' contém uma lista de aspectos mundanos (aspectos formados pelos planetas em movimento no céu). Os anos marcados com 'j' - como 1500j, por exemplo - estão no Calendário Juliano, de outro modo estão no Calendário Gregoriano.
Séculos anteriores a 1400 são listados como diretórios navegáveis.
1400j
1401j
1402j
1403j
1404j
1405j
1406j
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1495j
1496j
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Outros séculos: 000 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 1100 1200 1300
Séculos A.C.: -999.. -899.. -799.. -699.. -599.. -499.. -399.. -299.. -199.. -099..
Dados dos ciclos de Mercúrio 1600-1699 1700-1799 1800-1899 1900-1999 2000-2099
Dados dos ciclos de Vênus 1500-1599 1600-1699 1700-1799 1800-1899 1900-1999 2000-2099
0900-0999 1000-1099 1100-1199 1200-1299 1300-1399 1400-1499
0300-0399 0400-0499 0500-0599 0600-0699 0700-0799 0800-0899
-300 - -201 -200 - -101 -100 - -1 0000-0099 0100-0199 0200-0299
-500 - -401 -400 - -301
Dados dos ciclos de Marte 1600-1699 1700-1799 1800-1899 1900-1999 2000-2099

Efemérides de pontos médios para 200 anos
1900
1901
1902
1903
1904
1905
1906
1907
1908
1909
1910
1911
1912
1913
1914
1915
1916
1917
1918
1919
1920
1921
1922
1923
1924
1925
1926
1927
1928
1929
1930
1931
1932
1933
1934
1935
1936
1937
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1941
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1943
1944
1945
1946
1947
1948
1949
1950
1951
1952
1953
1954
1955
1956
1957
1958
1959
1960
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2060
2061
2062
2063
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2065
2066
2067
2068
2069
2070
2071
2072
2073
2074
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2078
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2080
2081
2082
2083
2084
2085
2086
2087
2088
2089
2090
2091
2092
2093
2094
2095
2096
2097
2098
2099


Uma colaboraçao especial de nosso amigo Karl Weber de Unterhaching. Ele usa efemérides planetárias e de pontos médios no sistema de 22º30 (modulo 16). Aqui estão elas. Divirtam-se!

Planetas em 22°30 Pontos médios em 22°30
1900
1901
1902
1903
1904
1905
1906
1907
1908
1909
1910
1911
1912
1913
1914
1915
1916
1917
1918
1919
1920
1921
1922
1923
1924
1925
1926
1927
1928
1929
1930
1931
1932
1933
1934
1935
1936
1937
1938
1939
1940
1941
1942
1943
1944
1945
1946
1947
1948
1949
1950
1951
1952
1953
1954
1955
1956
1957
1958
1959
1960
1961
1962
1963
1964
1965
1966
1967
1968
1969
1970
1971
1972
1973
1974
1975
1976
1977
1978
1979
1980
1981
1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
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2031
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2038
2039
2040
2041
2042
2043
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2046
2047
2048
2049
2050
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2052
2053
2054
2055
2056
2057
2058
2059
2060
2061
2062
2063
2064
2065
2066
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2070
2071
2072
2073
2074
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2076
2077
2078
2079
2080
2081
2082
2083
2084
2085
2086
2087
2088
2089
2090
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2096
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1900
1901
1902
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1904
1905
1906
1907
1908
1909
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1911
1912
1913
1914
1915
1916
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Se você necessita de efemérides para outros anos por motivos especiais, por favor mande um email para o webmaster explicando suas necessidades e tentaremos atender às demandas que sejam razoáveis.

ATENÇÃO PROGRAMADORES E DESENVOLVEDORES DE SOFTWARE
Essa efemérides imprimíveis foram criadas a partir da biblioteca de Swiss Ephemeris, que são uma ferramenta de efemérides de alta precisão disponíveis como código-fonte e como um DLL. Por favor, veja Swiss Ephemeris for Programmers. Servicios Astrodienst